quinta-feira, 8 de março de 2018

Por que 8 de março é o Dia Internacional da Mulher?


As histórias que remetem à criação do Dia Internacional da Mulher alimentam o imaginário de que a data teria surgido a partir de um incêndio em uma fábrica têxtil de Nova York em 1911, quando cerca de 130 operárias morreram carbonizadas. Sem dúvida, o incidente ocorrido em 25 de março daquele ano marcou a trajetória das lutas feministas ao longo do século 20, mas os eventos que levaram à criação da data são bem anteriores a este acontecimento.

Desde o final do século 19, organizações femininas oriundas de movimentos operários protestavam em vários países da Europa e nos Estados Unidos. As jornadas de trabalho de aproximadamente 15 horas diárias e os salários medíocres introduzidos pela Revolução Industrial levaram as mulheres a greves para reivindicar melhores condições de trabalho e o fim do trabalho infantil, comum nas fábricas durante o período.

O primeiro Dia Nacional da Mulher foi celebrado em maio de 1908 nos Estados Unidos, quando cerca de 1500 mulheres aderiram a uma manifestação em prol da igualdade econômica e política no país. No ano seguinte, o Partido Socialista dos EUA oficializou a data como sendo 28 de fevereiro, com um protesto que reuniu mais de 3 mil pessoas no centro de Nova York e culminou, em novembro de 1909, em uma longa greve têxtil que fechou quase 500 fábricas americanas.

Em 1910, durante a II Conferência Internacional de Mulheres Socialistas na Dinamarca, uma resolução para a criação de uma data anual para a celebração dos direitos da mulher foi aprovada por mais de cem representantes de 17 países. O objetivo era honrar as lutas femininas e, assim, obter suporte para instituir o sufrágio universal em diversas nações.

Com a Primeira Guerra Mundial (1914-1918) eclodiram ainda mais protestos em todo o mundo. Mas foi em 8 de março de 1917 (23 de fevereiro no calendário Juliano, adotado pela Rússia até então), quando aproximadamente 90 mil operárias manifestaram-se contra o Czar Nicolau II, as más condições de trabalho, a fome e a participação russa na guerra - em um protesto conhecido como "Pão e Paz" - que a data consagrou-se, embora tenha sido oficializada como Dia Internacional da Mulher, apenas em 1921.

Em 1917, houve um marco ainda mais forte daquele que viria a ser o 8 de Março. Naquele dia, um grupo de operárias saiu às ruas para se manifestar contra a fome e a Primeira Guerra Mundial, movimento que seria o pontapé inicial da Revolução Russa.

O protesto aconteceu em 23 de fevereiro pelo antigo calendário russo - 8 de março no calendário gregoriano, que os soviéticos adotariam em 1918 e é utilizado pela maioria dos países do mundo hoje.

Somente mais de 20 anos depois, em 1945, a Organização das Nações Unidas (ONU) assinou o primeiro acordo internacional que afirmava princípios de igualdade entre homens e mulheres. Nos anos 1960, o movimento feminista ganhou corpo, em 1975 comemorou-se oficialmente o Ano Internacional da Mulher e em 1977 o "8 de março" foi reconhecido oficialmente pelas Nações Unidas.

Após a revolução bolchevique, a data foi oficializada entre os soviéticos como celebração da "mulher heroica e trabalhadora".

"O 8 de março deve ser visto como momento de mobilização para a conquista de direitos e para discutir as discriminações e violências morais, físicas e sexuais ainda sofridas pelas mulheres, impedindo que retrocessos ameacem o que já foi alcançado em diversos países", explica a professora Maria Célia Orlato Selem, mestre em Estudos Feministas pela Universidade de Brasília e doutoranda em História Cultural pela Universidade de Campinas (Unicamp).

No Brasil, as movimentações em prol dos direitos da mulher surgiram em meio aos grupos anarquistas do início do século 20, que buscavam, assim como nos demais países, melhores condições de trabalho e qualidade de vida. A luta feminina ganhou força com o movimento das sufragistas, nas décadas de 1920 e 30, que conseguiram o direito ao voto em 1932, na Constituição promulgada por Getúlio Vargas. A partir dos anos 1970 emergiram no país organizações que passaram a incluir na pauta das discussões a igualdade entre os gêneros, a sexualidade e a saúde da mulher. Em 1982, o feminismo passou a manter um diálogo importante com o Estado, com a criação do Conselho Estadual da Condição Feminina em São Paulo, e em 1985, com o aparecimento da primeira Delegacia Especializada da Mulher.

No mundo inteiro, a data ainda é comemorada, mas ao longo do tempo ganhou um aspecto "comercial" em muitos lugares.

O dia 8 de março é considerado feriado nacional em vários países, como a própria Rússia, onde as vendas nas floriculturas se multiplicam nos dias que antecedem a data, já que homens costumam presentear as mulheres com flores na ocasião.

Na China, as mulheres chegam a ter metade do dia de folga no 8 de Março, conforme é recomentado pelo governo - mas nem todas as empresas seguem essa prática.

Já nos Estados Unidos, o mês de março é um mês histórico de marchas das mulheres.

"Certamente o 8 de Março é um dia de luta, dia para lembrarmos que ainda há muitos problemas a serem resolvidos"!

Essa é uma Homenagem do Espaço Zen Terapias à todas as Mulheres Amorosas e Sensíveis, Sábias ou Realizadas, Místicas ou Práticas, Aventureiras ou Donas de Casa: "Ser Mulher é se encontrar com TODAS elas"! PARABÉNS!!!!!!


terça-feira, 6 de março de 2018

Você sabe a diferença entre Florais e Óleos Essenciais ?

 X

Quando falamos em óleos essenciais (OE) muitas pessoas perguntam se há similaridade entre eles e as essências florais (EF). Os florais e a aromaterapia são ambos terapias alternativas, mas a forma de fabricação de cada um, o modo de utilização, os meios para se chegar à cura, são muito diferentes. Porém um grande objetivo é compartilhado entre as duas terapias: o equilíbrio do ser, a busca por uma vida plena.

Nesse texto vamos conhecer algumas diferenças e similaridades entre eles.

O que são
Óleo essencial (OE) é uma substância vital aromática encontrada em flores ou outras partes de uma planta. É uma mistura de diversos componentes que estão presentes no vegetal, e que depois de extraídos formam um composto extremamente concentrado.

Uma essência floral (EF) não tem aroma, perfume ou componente químico da planta. É uma impressão da força vital desse vegetal cujas vibrações sutis não são percebidas pelos cinco sentidos. É uma forma muito diluída de extrato de uma planta, feito normalmente em água, extremamente delicada.

Como são preparados
Para a fabricação de um OE a planta passa por um processo de extração, que normalmente é feita por arraste a vapor ou prensagem a frio (no caso das frutas cítricas). Sua proporção na planta é muito pequena (0,1% a 1%, em média), e por isso normalmente se usa uma grande quantidade de matéria vegetal para sua fabricação.

No preparo de uma EF não se perturba a planta. Na maioria das vezes, se usa de uma a três flores em água pura para preparar o que se denomina de “essência mãe”, expondo esse preparado aos rais solares. A essência mãe é diluída posteriormente para preparar as essências estoque. Esse preparo é ritualístico, uma união especial entre o preparador e a “consciência” do reino da natureza.

Origens
O estudo terapêutico dos OEs é conhecido de longa data, já nos primórdios da medicina ayurvédica e chinesa. Grécia e Egito também documentaram usos ritualísticos de OE para saúde e espiritualidade, oferecendo-os aos deuses. Na história do cristianismo, é tamanha a importância dos aromas, que incenso e mirra são utilizados como presentes ao menino Jesus. Nos séculos XVI e XVII a terapia com aromas se propagou com o início das bases científicas. Na década de 1920, em meio ao boom da indústria farmacêutica, o químico francês René Gattefossé usou o termo aromaterapia pela primeira vez, estudando o potencial curativo dos OEs.

As EF foram desenvolvida pelo médico Edward Bach, na década de 1930, na Inglaterra, inspiradas nas clássicas tradições homeopáticas. Para o Dr. Bach, a personalidade da pessoa devia ser tratada, não a doença. A doença seria o resultado de um conflito entre a alma (Eu Superior – a parte mais perfeita do Ser) e a personalidade (Eu Inferior – o que nós somos, no nosso dia-a-dia).

Citações
Gattefossé, sobre a aromaterapia: “Além de suas propriedades anti-sépticas e bactericidas (…), os óleos essenciais possuem propriedades antitóxicas e antivirais, têm uma poderosa ação vitalizante, um inegável poder curativo e extensas propriedades terapêuticas. (…) Hoje, óleos essenciais enriquecem nosso olfato. Usamo-los ‘para o prazer’ e, inconscientemente, para a nossa saúde”.

Bach, sobre a terapia floral: “O sofrimento é mensageiro de uma lição, a alma envia a doença para nos corrigir e nos colocar no nosso caminho novamente. O mal nada mais é do que o bem fora do lugar. (…) O paciente de amanhã deve compreender que ele, e só ele, pode se aliviar do sofrimento, embora possa obter conselhos e ajuda“.

Mecanismo de ação
A aromaterapia se utiliza do aroma dos OEs para promover a cura. Através do olfato ou da absorção cutânea, moléculas de OE chegam ao sistema límbico, ativando e equilibrando funções físicas, emocionais e vibracionais.

O objetivo da terapia floral é o equilíbrio das emoções. As essências florais são ferramentas para ajudar no processo de mudança e transformação de emoções negativas em neutras – e depois em positivas. A EF trabalha no campo vibracional, mas sua ação no corpo leva a mudanças físicas e emocionais.

OEs e EFs podem trabalhar juntos, atuando num sistema complexo e delicado, cuidando do corpo, dos pensamentos e da alma.

Massinha para Crianças com poder Terapêutico ! Boa Dica!


Vamos fazer uma brincadeira diferente com as crianças? A ideia é incentivar os pequenos a colocarem a mão na massa, literalmente. Aqui eles irão misturar ingredientes e preparar massinha de modelar. E a receita claro que terá o toque terapêutico de óleos essenciais. As crianças irão preparar o próprio brinquedo e, quando brincarem, estarão em processo de tratamento natural.

A massinha leva ingredientes que temos em casa e não vai no fogo, por isso pode ser feita tranquilamente pelas crianças com supervisão. Participar do processo é muito estimulante para os pequenos: misturar matérias-primas simples e perceber que elas se transformam na massinha de modelar é como ensiná-los a fazer mágica.

A adição de óleos essenciais faz com que a brincadeira se torne terapêutica.
Veja algumas possibilidades:

Lemongrass: Reduz ansiedade e hiperatividade.

Lavanda: Tranquiliza e relaxa.

Vetiver: Traz concentração e presença.

OBS: Utilize outros óleos essenciais na massinha apenas se você realmente tiver certeza do que está fazendo, as crianças são muito sensíveis a eles, nesse caso tire suas dúvidas com um Terapeuta para saber qual óleo essencial utilizar, pois por exemplo óleos cítricos como o de Laranja e Limão podem causar queimaduras gravíssimas ao se expor ao sol! ( Lembre-se que óleo essencial não é essência!!!)      

Após escolher os óleos ideais, vocês já podem começar a preparar a massinha.

Receita Massinha de Modelar

½ xícara de farinha de trigo

1 colher de chá de sal

2 colheres de sopa de água

2 colheres de chá de óleo vegetal

3 gotas de óleo essencial

algumas gotas de corante alimentício

Em um recipiente acrescente a farinha de trigo, o sal e a água, mexa bem. Acrescente o óleo vegetal e misture com as mãos até ficar homogêneo. Coloque por fim o corante e o óleo essencial que desejar. Está pronto!

Utilize um óleo vegetal de boa qualidade, prensado a frio, como o de semente de uva ou de rícino. Isso vai permitir maior durabilidade da massinha e também influenciará na textura final do produto, além de ser uma matéria-prima com mais nutrientes que estarão em contato com a pele da criança.

A massinha pode ser armazenada por até seis meses na geladeira.

Divertido e Terapêutico !

A ciência prova: gatos são terapeutas holísticos

 

Você sabia que possuir um gato pode reduzir o risco de ataque cardíaco? Essa descoberta foi resultado de um estudo com cerca de 4.000 americanos por pesquisadores da Universidade de Minnesota. Depois de 10 anos de pesquisa, os donos de gatos apresentaram um risco de 30% a menos de sofrer ataque cardíaco, em comparação com aqueles que não possuem gato.

Em um outro estudo recente, a Dra. Karen Allen, uma pesquisadora da Universidade Estadual de Nova York, descobriu que corretores com hipertensão que adotaram um gato, tiveram menores leituras de pressão arterial em situações estressantes do que aqueles que não possuem o animal de estimação. No início do estudo, os corretores foram prescritos com o remédio anti-hipertensivo Lisinopril. Metade dos participantes foram selecionados aleatoriamente para obter um cão ou gato como animal de estimação. Seis meses depois, Allen e seus colegas realizaram testes com os participantes para medir alterações na pressão arterial. Eles descobriram que a pressão arterial induzida pelo estresse continuou a subir nos corretores sem animais de estimação. Os corretores com animais também tiveram aumentos na pressão arterial, mas de apenas metade se comparado com o outro grupo.

Nessa pesquisa, que foi publicada no site da Universidade de Buffalo e apresentada à Associação Americana do Coração, concluíram que os gatos controlam a pressão arterial melhor do que os medicamentos inibidores da enzima conversora da angiotensina (também chamados de inibidores da ECA), que ajudam a relaxar os vasos sanguíneos. Sendo assim eles são, literalmente, mais eficazes na regulação dos níveis de pressão arterial do que a medicina moderna.

Cura Psicológica
Além de melhoria na saúde do coração, os gatos também auxiliam na produção de oxitocina no cérebro. Em um estudo publicado na revista Frontiers of Psychology, pesquisadores concluíram que os felinos, por causa do impacto que possuem sobre os nossos níveis de oxitocina, são capazes de reduzir a agressividade, aumentar a empatia, aprimorar a aprendizagem e concentração, além de produzir um aumento de confiabilidade em outras pessoas.

A oxitocina é um hormônio produzido no hipotálamo, popularmente conhecida como hormônio do amor. Quando isso acontece, os níveis de cortisol (hormônio responsável pelo estresse) diminuem, promovendo uma sensação de bem estar físico e emocional, deixando corpo e mente em harmonia, fortalecendo o sistema imunológico, dentre outros inúmeros benefícios.


O Ronronar dos Felinos
Alguns especialistas vão ainda mais longe e afirmam que o ronronar dos gatos pode curar graças às vibrações e sons graves que produz. De acordo com um artigo publicado na revista Scientific American, os gatos ronronam com um padrão consistente de frequência entre 25 e 150 hertz. Cientistas demonstraram que os felinos produzem o ronronar através de movimentos intermitentes da laringe e dos músculos do diafragma, e concluíram que as frequências de som nesse intervalo podem melhorar a densidade óssea e promover a cura de células. Os pesquisadores afirmam que, como o gato conserva energia através de longos períodos de descanso e sono, é possível que o ronronar seja um mecanismo que estimula músculos e ossos sem gastar muita energia. A resistência desses animais tem facilitado a noção de que possuem “sete vidas” e o ronrom pode fornecer uma base para essa mitologia felina.

Embora seja tentador afirmar que os felinos ronronam porque estão felizes, é mais plausível que o ronronar seja um meio de comunicação e uma fonte potencial de auto-cura. Esta descoberta pode fornecer ajuda para a medicina moderna, contribuindo para o tratamento de osteoporose e atrofia muscular.

Apesar das diversas pesquisas atuais, os dons do gato não eram segredo para os nossos ancestrais, principalmente para os antigos egípcios, que os tratavam como deuses.

Os felinos eram adorados, sendo muitas vezes retratados em hieróglifos repletos de jóias. Além disso, naquela época matar um gato mesmo que por acidente, era considerado um ato criminoso punível com a morte.

Os gatos podem não serem deuses, mas temos evidências suficientes com relação aos seus poderes de cura e podemos concluir que eles são verdadeiros terapeutas holísticos. Com estas novas descobertas, não existem dúvidas quanto à sua influência positiva na saúde dos seres humanos.

Na mitologia egípcia, Bastet é uma divindade solar, deusa da fertilidade e protetora das mulheres.

Energias
 O gato, na verdade, tem o poder único na natureza de remover a energia negativa do ambiente e do nosso corpo, transformando-a em energia positiva. Além disso, os gatos ainda conseguem colocar em movimento as energias que estão paradas.

Ele é um animal que tem muito quartzo na glândula pineal, por isso consegue ter esse poder de cura, captando a energia negativa do ambiente.

Quem convive com um gato sabe que ele dorme muito. Isso ocorre porque o bichano precisa repor toda a energia gasta com a limpeza do ambiente.

Eles enxergam além 
Segundo Siria Maria Mohamed, "o olhar felino confere ao bichano um espírito apurado, capaz de penetrar nas camadas mais profundas da alma dos Seres Humanos. Através de seu olhar, o bichano pode perceber as intenções  de outros seres, por isso, ficam várias horas olhando fixamente para um objeto ou local. Os gatos expressam muito amor e carinho no olhar, além disso, quando estão caçando, possuem um magnetismo de atração semelhante ao olhar da cobra."

Normalmente as pessoas apreciam o comportamento submisso dos cães e não gostam de autenticidade dos felinos, que só agradam ou recebem carinho quando querem. No entanto, admiramos pessoas independentes e autênticas!

Há inúmeros trabalhos científicos que demonstram o benefícios da terapia animal. Os gatos, através do comportamento sereno e contemplativo, atuam como um 'medicamento' para pessoas ansiosas e agitadas, ajudando-as no equilíbrio físico, mental e emocional.

Mitos
Os Felinos são rodeados de muito preconceito, justamente pelas pessoas que não os conhecem de verdade ou não querem se dar essa oportunidade! Não são traiçoeiros e não tem essa também que não gostam do dono só da casa! Pura mentira ! A diferença é que felinos é outra espécie , não são cachorros!não vão abanar o rabinho e latir!  sendo assim demonstram diferente suas emoções , mas são extremamente carinhosos, companheiros, amam seus donos e fazem "festa" sim quando você chega em casa! 

segunda-feira, 5 de março de 2018

Pitaya e seus Benefícios


A pitaya, também conhecida como fruta do dragão, por causa da casca irregular e dos gomos escamosos, nasce de um tipo de cacto da família dos Cactos epifítos, e inicia o seu período de safra em dezembro no Brasil. Além disso, é muito cultivada no resto da América do Sul, Israel e China.

Um dos benefícios da pitaya envolve emagrecer, mas a fruta tem outros benefícios relacionados ao seu poder antioxidante.

Existem 3 variações dessa fruta, a pitaya vermelha, que é rosa avermelhada por dentro e por fora, a pitaya amarela, com casca amarela e branca por dentro, e a pitaya branca, que tem casca rosa e é branca por dentro.

Benefícios dessa Fruta exótica:


  • Proteger as células do organismo, pois a casca deste fruto é rica em polifenóis que são antioxidantes;
  • Ajudar na digestão devido à presença de sementes na polpa;
  • Combater doenças cardiovasculares, pois as sementes contêm ácidos graxos essenciais como os ômega 3;
  • Regular o intestino pois tem oligossacarídeos.
  • Além destes benefícios, a pitaya serve para emagrecer porque quando consumida gera uma ação termogênica, que vai acelerar o metabolismo, ajudando assim a eliminar gorduras e também controlar o apetite. 
  • A pitaya tem também uma substância chamada de tiramina, que ativa um hormônio no organismo chamado glucagon, estimulando o próprio corpo a utilizar as reservas de açúcar e gordura e transformá-las em energia.


Modos de consumo:
Pode-se consumir a polpa da pitaya ao natural sozinha, ou em saladas, assim como processada como refresco, geleias ou doces. A polpa pode também ser utilizada para variadas preparações como: iogurtes, tortas, sucos, doces e sorvetes.Abaixo uma receita para você experimentar!

Sorvete de pitaya
Esta receita de sorvete de pitaya é boa para emagrecer porque não tem açúcar, e a pitaya é uma fruta com poucas calorias, que ajuda a controlar o apetite e acelera o metabolismo.

Ingredientes:

2 xícaras de polpa de pitaya
Adoçante em pó a gosto
1 xícara de creme de leite light
4 claras em neve
Modo de preparo:

Misturar os ingredientes e colocar em uma vasilha com tampa. Levar ao freezer por cerca de 2 horas. Bater com o auxílio de uma batedeira e voltar ao freezer até a hora de servir.

Além de emagrecer, a pitaya é boa para ajudar a regular o intestino e facilitar a digestão.

Tratamento com Radiofrequência para Flacidez e Rugas


O tratamento de radiofrequência é a principal referência quando se fala de flacidez facial e rugas, a sua eficácia revela uma melhoria da qualidade da pele e da densificação das fibras de elastina e colagéno. A radiofrequência de rosto é ainda bastante eficaz no combate ao envelhecimento cutâneo, melhoria das linhas de expressão.

Este tratamento funciona através de energia electromagnética o que promove um aquecimento da segunda camada da pele, a derme.
Este aumento de temperatura ativa a microcirculação oxigenando e nutrindo todas as camadas da pele, estimulando a atividade dos fibroblastos e aumentando a produção de fibras de elastina e colagéno.

Embora os resultados da radiofrequência para tratar a flacidez e rugas sejam progressivos, é possível visionar grandes melhorias logo após o primeiro tratamento.

No fundo, a ideia é aumentar a qualidade da pele através da estimulação dos fibroblastos pela ação do calor, com recurso a um tratamento não invasivo e que produz resultados progressivos.

Os resultados do tratamento vão depender do grau de flacidez e na capacidade da pele em se regenerar, no entanto, é importante a repetição do procedimento para manter os seus benefícios.

O processo é bastante simples e indolor. Em primeiro lugar, é espalhado um gel condutor pela área onde o tratamento irá ser aplicado. Seguidamente, a técnica irá aplicar o aparelho de radiofrequência na pele, através de suaves movimentos circulares e com verificação constante da temperatura. A pele vai aquecendo e os fibroblastos vão reagir produzindo fibras de colagéno e elastinas mais densas e de maior elasticidade. A pele torna-se mais suave, firme e consistente ao toque. O rosto readquire contornos mais firmes. Com recurso à radiofrequência de rosto, as rugas de expressão podem ser eliminadas logo nas primeiras sessões.

O número de sessões de radiofrequência depende dos objetivos da (o) cliente, no entanto, é aconselhável fazer no mínimo 8 sessões para ter resultados de excelência.

sábado, 3 de março de 2018

Mulher de fases: ciclo hormonal influencia o desempenho esportivo


Que toda mulher passa por diferentes fases ao longo do mês, em decorrência do ciclo menstrual, não é novidade para ninguém. Mas será que essas oscilações podem também influenciar no rendimento esportivo?

“Sim!” Essa é a resposta da médica ginecologista obstetra Carla César, docente da Faculdade de Ciências Médicas e Biológicas da PUC SP e membro da comissão científica da SOGESP (Associação de Ginecologia e Obstetrícia do Estado de São Paulo). “A oscilação dos níveis de hormônio decorrente do ciclo reprodutivo pode influenciar a realização de exercícios e o desempenho das atletas. Dependendo da fase menstrual em que se encontram, as mulheres podem ter melhor desempenho e até melhores resultados em seus treinamentos ou em competições . Estas alterações ocorrem tanto na mulher que treina como hobby, como nas atletas de alta performance”, revela.

Para o educador físico Alexandre Alves, especialista em treinamento para mulheres e proprietário da Fitmommy, conhecer essas diferenças é fundamental. “A mulher pode e deve usar essas variações hormonais para ajudá-la. O profissional que a orienta também deve entender desses períodos para melhor planificar seus treinos. Por exemplo, não adianta fazer um treino de muita força numa fase de baixa hormonal’, exemplifica.

Vários estudos científicos tentaram provar essa diferença da força muscular e flexibilidade, dependendo da época do ciclo menstrual em que as mulheres se encontravam. Estes trabalhos comparavam o índice de flexibilidade, por meio de um aparelho chamado Flexitest, em diferentes épocas do ciclo. “E embora tenham demonstrado uma maior flexibilidade após a ovulação, este aumento foi muito discreto (5%) e não foi estatisticamente significante”, afirma a doutora Carla. Ela explica que o viés desses trabalhos é que as alterações das capacidades físicas apresentadas durante as diferentes fases dos exercícios estão sujeitas a uma considerável variação individual. “Algumas mulheres não apresentam nenhuma alteração perceptível na sua capacidade de desempenho, em qualquer período do seu ciclo menstrual, enquanto outras exibem desempenhos variáveis ao longo do ciclo, sendo difícil determinar se é apenas o ciclo que está interferindo na sua performance”, pondera a médica.

Impedindo a ciclicidade

O melhor desempenho físico da mulher seria logo após a menstruação e a ovulação, de tal forma que, se houvesse escolha, estas seriam as melhores épocas para uma mulher competir. “Mas não existe a possibilidade de se alterar o período menstrual. A melhor solução para as atletas, ou mesmo para as mulheres que treinam por hobby, é suprimir a menstruação, fazendo uso contínuo de anticoncepcional oral, o que impede a sua ciclicidade. Se, por um lado, a mulher perde as vantagens do período pós-ovulação e menstrual, não se arrisca a ter um pior desempenho nos outros períodos, ou ainda sofrer todos os sintomas da tensão pré-menstrual em plena época de competições”, aconselha a ginecologista.

Confira os ciclos menstruais e o reflexo de cada um no desempenho esportivo:

A) Fase 1 – Folicular
Tem a predominância do hormônio estrógeno, começa no primeiro dia da menstruação e dura em média 11 dias. No período do fluxo menstrual, a mulher se sente mais cansada, sem ânimo e pode sofrer com as cólicas; já na fase pós- menstrual, há um forte aumento da capacidade de resistência e na velocidade, e o desempenho físico tende a uma evolução rápida e progressiva. Isto se deve à elevação do estrógeno e maior liberação de noradrenalina. Estudos do Laboratório de Metabolismo e Fisiologia do Esforço da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP) sugerem esta época para participar de competições ou programar fases mais intensas do treino.

B) Fase 2 — Ovulatória
Este período tem início quando ocorre a ovulação, aproximadamente a partir do 12º dia do ciclo e vai até o 22º dia. Nos primeiros dias, há aumento da progesterona e baixa do estrógeno, diminuindo a capacidade de coordenação e força; no entanto, do 16° dia em diante, o quadro se inverte e há um pico de progesterona, com aumento considerável na força, na velocidade e na resistência, é quando as atletas podem estar no seu melhor estado de rendimento.

C) Fase 3 – Luteínica
Esta fase é o tão temido período pré-menstrual, no qual ocorre a TPM.  Aqui há significativa redução do desempenho e aumento da fadiga muscular. Os sintomas de dor nas mamas, irritabilidade, dor de cabeça, retenção líquida, e prisão de ventre  podem diminuir a disposição para treinar,  mas os exercícios aumentam a quantidade de serotonina e endorfinas, inibindo a dor e levando a uma sensação de bem-estar. Dessa forma, os exercícios devem ser estimulados nesta fase, mesmo que o seu desempenho e rendimento não sejam os melhores.

Treinar sempre

E uma coisa é certa. Independentemente do período, fazer atividade física é fundamental! “É importante que a mulher mantenha o treino mesmo nas piores fases, devido aos benefícios que o exercício trará com a liberação de serotonina e endorfina”, conclui Carla.

E Alexandre completa: “Há um estudo da Universidade de Stanford que comprovou a melhor recuperação das dores e do cansaço da fase menstrual com exercícios leves”.

Por isso, nada de ter a menstruação ou qualquer desconforto da TPM como desculpa para não treinar. Conhecendo o seu corpo e entendendo cada fase do ciclo menstrual, conforme explicamos acima, você e o profissional responsável pelo seu treino podem adaptar sua rotina de exercícios ao seu ciclo, garantindo melhores desempenhos e resultados!