sexta-feira, 25 de julho de 2014

O Poder de uma Massagem


Você voltou a queixar-se de pro­blemas velhos como dores nas cos­tas, cansaço crônico, noites mal dor­midas, distúrbios digestivos e respiratórios? Experimente uma massagem. Vá­rios estudos recentes confirmam que as mas­sagens podem ser benéficas em vários dese­quilíbrios do organismo, ajudando na pre­venção e combate a inúmeras doenças. Exemplos? Depressão, ansiedade, fibromial­gia, hipertensão, problemas musculares e articulares, obstipação, asma, alergias e até alguns tipos de cancro revelaram melhorias após tratamentos com massagens.
Se as antigas medicinas tradicionais, co­mo a chinesa ou a ayurvédica, sempre defen­deram o seu poder terapêutico, no ociden­te a desconfiança falou mais alto até os cien­tistas começarem a esmiuçar o que acontece no corpo após uma sessão profissional. Ho­je sabe-se que basta uma massagem de cerca de 45 minutos para reduzir, no sangue, não só os níveis de cortisol, a chamada hormona do stress, mas também de proteínas ligadas a processos inflamatórios e a reações alérgi­cas. Mais: após uma sessão é vulgar o aumen­to da produção de substâncias promotoras de bem-estar, como dopamina, serotonina ou oxitocina. E os investigadores salientam ainda a multiplicação de células defensivas, o que significa reforço da imunidade.
Um estudo recente confirmou ainda o po­der da massagem no combate a uma das pra­gas da sociedade moderna: as dores nas cos­tas, que, só em Portugal, afetam cerca de 72 por cento da população, de acordo com uma investigação realizada junto de mais de 600 pessoas, com mais de 18 anos, organizada conjuntamente pela Sociedade Portugue­sa de Patologia da Coluna, pela Sociedade Portuguesa de Ortopedia e Traumatologia e ainda pela Sociedade Portuguesa de Neu­rocirurgia. «Descobrimos que os benefícios da massagem nas dores crónicas nas costas são tão fortes como os de outros tratamen­tos habitualmente prescritos, como medi­camentos, exercício ou ioga, podendo prolongar-se mesmo ao longo de seis meses», afirmou Daniel C. Cherkin, um dos autores da pesquisa norte-americana divulgada, em meados de 2011, na publicação científica Annals of Internal Medicine.
Depois é certo e sabido que, além de aju­darem a esta descontração muscular e arti­cular, as massagens melhoram a circulação sanguínea e linfática, o que resulta numa diminuição de toxinas acumuladas. Algo muito útil pois nem todos se alimentam de uma forma saudável, deixando o organismo sobrecarregado de resídu­os de todo o tipo de abusos. Na estação fria, as massagens contribuem também para man­ter uma boa temperatura corporal e para combater a letargia típica do inverno, ao tra­zerem um acréscimo de energia. Mas não só. Ajudam igualmente a uma maior consciên­cia das necessidades do próprio corpo, mais esquecido quando começa a ser tapado por cobertores e casacos e, por vezes, maltratado pela mente controladora.
Antes de se entregar às mãos de um Tera­peuta, note que, no caso de doenças graves ou crônicas, que exijam a toma diária de me­dicação, deve aconselhar-se com o seu médi­co. Precaução respeitada, é escolher a mas­sagem que mais se adequa à sua situação e isso quem saberá lhe dizer é apenas o Terapeuta e não você! . Existem inúmeras técnicas diferentes: re­laxantes ou estimulantes, suaves ou inten­sas, de corpo inteiro ou parciais, com óleos ou sem eles, em que se tira a roupa ou se fi­ca com ela. Pergunte tudo na hora de marcar e informe sempre o profissional sobre o seu estado de saúde e motivos reais para a sessão. Só assim ele poderá oferecer-lhe tudo o que a massagem tem para lhe dar.
A ESCOLHA É SUA!

SHIATSU: eficaz no stress, ansiedade, insônia, dores nas costas e outras tensões, esta terapia tradicional japonesa ajuda à vitalidade do orga­nismo e fortalece o sistema defensivo, utilizando pres­sões com os dedos e estiramentos em zonas específicas do corpo. É considerado uma Acupuntura sem agulhas!

RELAXANTE: a mais conhecida, recorre a movimen­tos suaves para serenar o corpo e recuperar a vitalida­de. Útil no combate ao stress, ansieda­de, insônia e dores resultantes de más posturas, é também benéfica contra as toxinas acumuladas e na resistência das defesas.

DRENAGEM LINFÁTICA: muito suave, mas pro­funda, esta técnica estimula a circulação linfática, ajudando o organismo a livrar-se de resíduos e a reforçar a imunidade. Indicada para retenções de líqui­dos crónicas e pessoas sedentárias, nas quais o sistema linfático é preguiçoso.

PEDRAS QUENTES: muito em voga, es­ta técnica recorre a pedras de Quartzo e de Rio aquecidas colocadas em pontos específi­cos do corpo. O calor é usado para promover o relaxamento, equili­brar a energia, libertar tensões, melhorar a circulação e expulsar toxinas, o que fortalece o sistema defensivo.

REFLEXOLOGIA: trabalhando os pés, repletos de terminações nervosas e local onde órgãos e glândulas se re­fletem, esta terapia pro­mete equilíbrio, ajudan­do na insônia, prisão de ventre, enxaqueca, aler­gias e dores musculares. Ao favorecer a elimina­ção de toxinas, estimula também as defesas.

AROMATERAPIA: técnica que associa a massagem de relaxa­mento aos óleos essen­ciais em busca de bem–estar físico e mental. Respeitando as neces­sidades do paciente, o terapeuta usa óleos essên­cias que combatem o stress e a ansiedade, relaxam as tensões ou ajudam em outras queixas individualizadas.

E ainda Pindas Chinesas, Candlle Massage e Conchas!!!!!

Entre em contato com o Espaço Zen e agende a sua avaliação!

segunda-feira, 14 de julho de 2014

Nós somos o que pensamos?


Aprenda a identificar as armadilhas da mente e veja como, a partir daí, o cérebro joga a nosso favor. A neurociência e a psicologia apoiam.


A bancária Luisa acordou se sentindo diferente. Tentou perceber o que era, mas não encontrou o motivo. Não sentia nenhuma dor, nada de especial tinha acontecido e todos da família estavam bem. Lembrou-se de um relatório importante que precisava finalizar antes do almoço, mas isso, de fato, não a preocupava. O dia transcorreu normalmente, o documento foi entregue no prazo previsto, o chefe apontou algumas modificações que deveriam ser feitas e nada mais. Voltou para casa à noite com a mesma sensação de quando acordou. Refletiu mais um pouco e teve um insight do que estava lhe causando estranheza: era o silêncio, uma bem-vinda ausência de inquietação mental. “Nos últimos tempos, os meus pensamentos estavam me enlouquecendo. Não parava de passar pela minha cabeça uma série de imagens ruins, do tipo: você é incompetente para realizar esta tarefa, não é inteligente e nenhum dos seus colegas de trabalho gosta de você”, relembra ela. Apelar para a voz da razão foi o meio de interromper essa torrente negativa. Como acender a luz de um quarto escuro ajuda a perceber as coisas exatamente como elas são, não mais escondidas por trás de uma cortina de crenças, Luisa passou a observar seus pensamentos com mais lucidez. “Comecei a duvidar de cada um deles. Para os que me diziam que eu era incapaz de fazer um bom trabalho, eu rebatia: se realmente sou incapaz, por que o meu chefe não me manda embora? Eu já fiz trabalhos que foram muito elogiados e outros que não ficaram tão bons, então, qual é, na verdade, o problema? Sou comprometida com o que faço; estou sempre aprendendo com os erros.” O exercício assertivo veio das sessões de Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), que se utiliza justamente da análise dos pensamentos para mudar comportamentos e minimizar o desgaste e o sofrimento causado pela visão turva das coisas. Outra proposta da terapia é a meditação; ou simplesmente prestar atenção na respiração por alguns minutos. “Essa última é uma ótima carta na manga para quando se está no trabalho ou em qualquer outro lugar que não permita uma meditação mais silenciosa. Uma ‘paradinha para respirar’ põe freio nesses pensamentos e quebra a força deles”, explica a terapeuta cognitiva Céres Duarte, de Campo Grande, no Mato Grosso do Sul. Para a terapeuta cognitivo-comportamental Isabel Weiss, de Juiz de Fora, em Minas Gerais, é importante ver esse tipo de pensamento como ele realmente é. “Pensamentos são só pensamentos, espécies de hipóteses. Começar a olhá-los dessa forma já traz um grande alívio”, afirma. “Depois, distancie-se ainda mais deles, questionando-os e criando saídas alternativas”, aconselha. Essa estratégia coloca o pensamento sob nova perspectiva, de forma realística e consciente, atribuindo-lhe um novo peso, valor e credibilidade. “Muito se fala em pensar positivo para ser feliz, mas isso não necessariamente abranda a inquietação. Ao contrário, pode trazer mais angústia se a pessoa tiver dificuldade de mudar a chavinha do negativo para o positivo”, explica Céres. Segundo Luisa (nome fictício para preservar a privacidade da personagem), o que ocorre é uma substituição de pensamentos. “E não é algo difícil de ser feito. Depois de dois meses de treino, eu comecei a perceber as mudanças e, conforme ia sentindo a paz decorrente de uma mente mais tranquila, me animava a continuar a praticar o exercício.” Um adendo: nos momentos em que a mente está muito acelerada, priorizar determinados alimentos é uma medida simples e que vale muito a pena. “O mel e a banana, por exemplo, têm ação calmante e merecem entrar no cardápio. Já o chocolate, o café e o chá preto, que são estimulantes, podem tirar umas férias”, explica a nutricionista Lucyanna Kalluf, de São Paulo.

Nada de ideia fixa, o cérebro é flexível

Sempre que aprendemos coisas novas, o que inclui mudar a forma de pensar, o sistema cerebral retribui bem. No livro O Cérebro de Buda (editora Alaúde) – escrito com base nas recentes descobertas da neurociência e no impacto das práticas budistas para a saúde mental –, os autores norte- -americanos Rick Hanson, neuropsicólogo, e Richard Mendius, neurologista, provam que ninguém está fadado a passar o resto da vida sendo consumido por ideias que só causam baixo-astral. “Os circuitos neurais, responsáveis por transmitir informações, começam a se formar antes do nascimento, e o cérebro continuará aprendendo coisas novas e se transformando até o último dia de nossas vidas”, asseguram. Embora essa máquina perfeita tenha uma tendência a gravar e recordar mais acontecimentos ruins do que bons, é possível reverter esse modus operandi. Sim, o sistema neuronal opera mais no estilo recuar do que seguir em frente porque as experiências negativas tiveram grande impacto na nossa sobrevivência. “Imagine nossos ancestrais fugindo dos dinossauros há 70 milhões de anos. Eles precisavam manter o estado de alerta o tempo todo. Aqueles que sobreviveram e deram origem a outras gerações atribuíam muito mais importância às experiências negativas”, escrevem. A obra revela ainda que uma das melhores formas de fazer com que o cérebro passe a ter mais inclinações positivas do que negativas é interiorizar boas lembranças, sentimentos e emoções. “Isso força a construção de outras estruturas neurais e produz mudanças no modo como pensamos, sentimos e agimos. E é um incentivo tão vital que deve começar cedo, ainda na infância.”

No curso de meditação raja yoga da Brahma Kumaris, organização internacional com foco humanitário e espiritual, os alunos aprendem, entre outras coisas, como os pensamentos são gerados e processados. E, a partir daí, são incentivados a um exercício: encontrar diariamente no subconsciente, onde ficam armazenadas nossas memórias, crenças, valores e hábitos com algum registro positivo. “Você pode se sentir insegura ao iniciar um namoro, tornando-se ciumenta porque já tem no currículo um namorado que a traiu. Evite levar essa lembrança negativa para o novo relacionamento; opte por pensar naquele homem que a respeitou, no relacionamento que fez você feliz”, ensina Ivana Samagaia, instrutora do curso. Para os autores de O Cérebro de Buda, fazer a opção de cultivar as vivências positivas não tem nada a ver com fugir dos problemas ou querer eliminar as experiências desastrosas: “Quando elas acontecem, acontecem. Mas assimilar as coisas boas é uma forma de garantir paz interior”, enfatizam. Ok, normalmente, a maioria das pessoas morre de medo dos pensamentos negativos e fica correndo deles como se fossem monstros. O problema é que quanto mais você corre deles, mais o seu foco de atenção vai estar na preocupação de se defender.

Use a imaginação a seu favor, e não contra

“De repente, se você parar e olhar para trás com coragem, poderá ver que esse bicho-papão não é tão grande assim. Talvez seja só um gatinho”, explica o psicólogo Zheca Catão, de São Paulo. Além disso, encarar a fera tem sua vantagem. “Pensamentos repetitivos ou negativos não devem ser desprezados porque sempre querem nos dizer algo, são apenas a ponta do iceberg”, pondera o especialista. “Daí a importância da busca pelo autoconhecimento. A partir do momento que fica mais claro o motivo de você funcionar de um determinado jeito, você pode começar a tomar medidas práticas, objetivas”, diz. Em outras palavras, é o mesmo que tomar as rédeas da sua vida nas mãos e não deixá-las soltas por aí. Lembram da Luisa? Durante as sessões de terapia, ela descobriu que uma das principais causas da sua falta de autoconfiança estava relacionada ao momento em que ela precisou deixar a casa dos pais para estudar e morar numa outra cidade. “Minha mãe era, até aquele momento da minha vida, quando eu tinha 21 anos, a grande conselheira na lida dos obstáculos que surgiam. Quando eu me vi longe dela, senti medo de não saber resolver os problemas”, conta ela, hoje com 28 anos. “Com o tratamento, percebi que não precisava temer os desafios. Morava sozinha, pagava minhas contas e cuidava muito bem da minha rotina. Enfim, dava conta”, diz. Fazer esse balanço é um treino contínuo pois os pensamentos nunca cessam. Surgem ideias e ou fantasias o tempo todo. “Na verdade, os pensamentos refletem o que nós somos e o que nós somos é resultado das experiências, crenças, da educação que recebemos, do meio onde vivemos, da nossa genética e dos traços inerentes da nossa personalidade”, afirma o psiquiatra e neurocientista Rogério Panizzutti, do Rio de Janeiro. A forma como vamos nos autoavaliar, avaliar os outros, o futuro e os acontecimentos é resultado disso tudo. “Um adulto que recebeu na infância uma mensagem velada dos seus pais de que ele não é inteligente provavelmente terá de lidar com isso repetidamente. Quando for se preparar para um vestibular, um concurso, ao disputar uma vaga de emprego”, exemplifica o psiquiatra. De acordo com a terapeuta cognitivo-comportamental Edna Vietta, de Ribeirão Preto, interior de São Paulo, a forma como cada um de nós interpreta as suas experiências de vida e, principalmente, como aprendemos a lidar com as adversidades também contribui para o saldo positivo ou negativo dos pensamentos. Ela dá como exemplo uma mesma experiência vivida por duas pessoas: “Um colega passa por duas mulheres e vira o rosto. Uma delas pode pensar: ‘Devo ter feito algo de ruim para ele’. E a outra pode concluir: ‘Ele deve estar num mau dia ou não me viu’”.

Olhar para dentro traz paz e equilíbrio Zheca Catão lembra que nos momentos de fragilidade, como luto, rompimentos e períodos de estresse, é natural ter a sensação de solidão, baixa autoestima, desconexão com o mundo. Também é da natureza humana ter desconfianças. Se você consegue reavaliar essas sensações, não há problema algum. Mas quando se tornam muito frequentes e a fantasia chega ao ponto de passar a acreditar que tudo que fizer vai dar errado é hora de procurar a ajuda de um profissional. Para Ken O´Donnell, diretor da Brahma Kumaris no Brasil, o autoconhecimento deve ser visto como um encontro com o que realmente somos. “Temos todas as qualidades que Deus tem, pois somos Seu filho, uma centelha divina. O amor, a verdade, a pureza, a paz, a felicidade, o equilíbrio, a bondade, tudo está dentro de nós. O problema é que nos envolvemos nas questões do dia a dia e nos esquecemos de olhar para dentro e acessar essas qualidades”, pondera Ken. Práticas como a meditação diária, ao lembrar desse ser mais puro, criam uma força interior que não dá possibilidade aos pensamentos negativos de se multiplicarem. Rick Hanson diz algo parecido em sua obra: “Todos que mergulharam a fundo na mente dizem essencialmente a mesma coisa: nossa natureza fundamental é pura, consciente, pacífica, radiante, terna e sábia. Embora muitas vezes seja ocultada pelo estresse, raiva e frustrações, ela está sempre ali. Revelar essa pureza intrínseca e cultivar qualidades salutares reflete mudanças no cérebro”. A neurociência e a espiritualidade podem divergir em várias questões, mas quando se fala em processar pensamentos, as certezas estão próximas.



Pare e reflita
Em um diário, escreva os momentos de maior vulnerabilidade e crie soluções alternativas para todo pensamento ruim. Veja como fazer.
1º Registre a situação: o que aconteceu, onde estava, o que fazia naquele instante e quem estava envolvido. Por exemplo: numa reunião de trabalho, você tem vontade de opinar sobre o assunto que está sendo debatido, mas um pensamento lhe diz que todos vão rir quando expressar o que pensa.
2º Quais são os pensamentos automáticos que vieram daquela situação: liste todos e sublinhe o pensamento mais importante ou aquele que mais lhe incomodou. Dê uma nota de 0 a 100 para quanto você acredita em cada um daqueles pensamentos.
3º Quais emoções sentiu? Anote cada emoção e quais foram as reações que você teve. Dê uma nota de 0 a 100 para a intensidade de cada sentimento.
4º Crie uma resposta adaptativa: questione-se sobre as evidências de que o pensamento automático é verdadeiro. Refita sobre em que você está se baseando para ter esse pensamento. Ele é útil ou não ajuda em nada? Se for baseado na realidade e tiver evidências que o comprovem, pergunte-se: quais são as implicações desse pensamento ser verdadeiro? Quais alternativas eu tenho para resolver esse problema? Por fim, avalie quanto acredita em cada resposta alternativa.
5º Resultado: compare as notas e avalie quanto acredita em seus pensamentos automáticos, na intensidade das suas emoções e na sua capacidade de criar uma nova forma de pensar. Fonte: A Mente Vencendo o Humor (editora Artmed).


De olho na Dieta
Numa fase de mente muito acelerada, a alimentação pode ser uma forte aliada.
Evite os alimentos que aceleram a mente.
Estimulantes: café e chocolate.
Retêm líquido: embutidos, processados, sal e carne vermelha em excesso. Carboidratos simples: açúcares e farinhas.
Prefira os alimentos que liberam substâncias com ações calmantes no cérebro: banana, mel, abacate, salmão, sardinha, atum, lentilha, óleo de linhaça, tofu, nozes, ovos e frutas vermelhas. Fonte: nutricionista Lucyanna Kalluf.


Crie registros positivos
O livro O Cérebro de Buda ensina a praticar a interiorização do que é bom. Pegue carona neste roteiro.
1º Transforme fatos positivos em experiências positivas: pequenas coisas boas do dia a dia acontecem o tempo todo, só que nós não damos atenção a elas. Traga à consciência plena a gentileza que alguém fez, uma qualidade admirável em você, a lembrança de uma viagem divertida, uma decisão acertada no trabalho. Deixe-se influenciar por essas sensações. É como estar num banquete: não fique apenas olhando – desfrute!
2º Curta a experiência: faça com que dure até 20 segundos, não desvie a atenção para outra coisa. Concentre-se nas emoções e sensações corporais, deixe a experiência tomar conta de você, prolongue essa sensação maravilhosa. Dê atenção especial ao lado gratificante do que viveu. Intensifique essa experiência pensando nos desabafos que você teve que superar.
3º Imagine ou sinta: que a experiência está penetrando de modo profundo na mente e no corpo, como o calor do sol em uma camiseta ou a água em uma esponja. Relaxe o corpo e absorva as emoções, as sensações e os pensamentos proporcionados por essa vivência.

Para a criança
“Estimule-a a parar por um instante no fim do dia para lembrar o que ocorreu de bom e refletir sobre o que a faz feliz, como brincar com um animal de estimação e receber o amor dos pais. E, então, a deixar que as emoções e os pensamentos bons penetrem em todo o corpo” (O Cérebro de Buda).

terça-feira, 17 de junho de 2014

Mindfulness: conheça essa técnica de meditação e aprenda a praticá-la


Praticando a Mindfulness você pode reduzir o stress, diminuir a ansiedade, potencializar o controle emocional e impulsionar as sensações.

Você costuma esquecer o presente porque está sempre vivendo o antes e o depois? A resposta para controlar essa rotina louca pode estar dentro de você. A prática conhecida como Mindfulness (traduzida como "atenção plena") vem conquistando - e ajudando - mulheres como você. Ela alivia o stress e a ansiedade, melhora o sono e ajuda nos problemas de ganho de peso. E ainda dá uma força extra no desempenho profissional - ou na academia, na cama...

As raízes dessa terapia estão no budismo, mas foi na década de 1970 que ela se popularizou nos Estados Unidos, quando pesquisas feitas em laboratório provaram que a prática poderia ser a chave para combater doenças. O conceito é ao mesmo tempo simples e de difícil compreensão. "Mindfulness é uma maneira de ter plena consciência do que está acontecendo no presente", diz Danny Penman, coautor do livro Mindfulness: An Eight-Week Plan for Finding Peace in a Frantic World (inédito no Brasil).

Se isso soa zen demais, saiba que você pode aplicar a prática no dia a dia. Basta estar atenta ao presente e vivenciá-lo de verdade. Mas vale o alerta: é preciso muita prática. Antes que essa ideia faça você desistir, considere que se pode experimentá-la a qualquer momento, em qualquer lugar, em quase todas as situações. E, uma vez que você pega o jeito, a coisa fica fácil.

Passo a passo da meditação Mindfulness

1. Tire um tempo para você
Para começar, tente reservar de dez a 20 minutos por dia para a prática. Lembre-se de que "você nunca será capaz de ficar muitas horas em estado de Mindfulness. A mente humana é programada para vagar. E tudo bem com isso", diz Penman. Então, fique calma se perder a concentração.

2. Respire
Sente-se ou fique em pé de forma confortável em um lugar quieto e respire naturalmente. Relaxe, focando as sensações de seu estômago, peito ou narinas. Se sua mente vagar, traga sua atenção de volta à sua respiração.

3. Use o que você tem
O próximo passo é tentar levar a consciência do aqui e agora para cada atividade do dia. Por exemplo, repare na temperatura da água e no movimento de suas mãos enquanto lava louça. Foque-se em como as cerdas da escova de dentes tocam a sua gengiva...

4. Veja as possibilidades
Você pode experimentar Mindfulness em diferentes ocasiões - como em uma discussão com uma amiga. Pratique a consciência respiratória e depois, mesmo no ápice do conflito, esteja atenta à respiração, ao corpo e às emoções. Permaneça no momento, em vez de já ficar bolando como você responderá a alguma ofensa. Isso vai ajudá-la a ser uma melhor ouvinte e a evitar dizer algo de que se arrependerá depois.

5. Saiba como parar
Se em qualquer momento você se sentir frustrada, volte à etapa Respire. Observe o que está acontecendo dentro e em volta de você. Em seguida, prossiga com o que está fazendo. Sua condição emocional se tranquilizará. "Estar em estado de Mindfulness nos ajuda a encontrar outros recursos para responder ao stress", diz Stephen Little, instrutor da prática, em São Paulo.

6 atitudes para espantar o baixo-astral



Se a maioria dos dias parece sem graça, você pode estar mergulhada na apatia, uma condição que mina o bem-estar. Saiba como recuperar o entusiasmo.

1. Durma bem
"Durante o sono, o corpo renova neurotransmissores críticos para o bem-estar", afirma a psiquiatra Samantha Meltzer-Brody, professora da Universidade da Carolina do Norte, nos EUA. Um estudo do periódico internacional Psychology Press revelou que pessoas que dormiam bem tinham uma capacidade de lidar com as emoções melhor do que aquelas com distúrbios de sono. Procure dormir pelo menos sete horas por noite.


2. Compare-se
É provável que você tenha um ou vários motivos para ficar feliz. Lembrar-se deles pode elevar seu grau de contentamento. Se isso não for suficiente, experimente uma técnica mais dramática. Uma vez por dia, complete a frase: "Ainda bem que eu não..." "Pesquisas mostram que os níveis de felicidade aumentam quando nos comparamos a pessoas que estão piores do que a gente", afirma a psicóloga canadense Tami Kulbatski.


3. Conheça o seu limite
Um estudo da multinacional de saúde comportamental ComPsych revelou que 63% das pessoas sofrem com alto nível de stress no trabalho. "E muita gente nem é apaixonada pelo que faz. Ao contrário, encara o trabalho como uma fuga da vida pessoal", atesta a psicóloga americana Leslie Beth Wish.

Evitar o problema central causa apatia - que pode ser o pontapé para problemas maiores, como depressão, perda de apetite, distúrbios do sono e falta de energia. "Se você puder, tire um tempo para si mesma diariamente", sugere Gretchen Rubin, autora do livro The Happiness Program (inédito no Brasil).


4. Peça auxílio
"Procurar ajuda psicoterapêutica já é metade do caminho", diz o psicanalista Daniel Kupermann, professor do Instituto de Psicologia da USP. "O mais indicado é o tratamento inspirado na psicanálise." Os psicanalistas são treinados para escutar e manejar as situações de trauma sofridas pelas pessoas.


5. Transpire
Exercitar-se 30 minutos por dia pode ajudá-la a combater o desânimo por aumentar os níveis de serotonina, o hormônio que regula o humor e o pique. Comece com caminhadas curtas. Não importa a atividade escolhida - ioga, dança ou um DVD com exercícios funcionam. O segredo é a consistência.


6. Tenha metas realistas
Estabelecer objetivos é ótimo - desde que eles sejam alcançáveis. Pesquisas mostram que se levam em média dois meses para adquirir um novo hábito. Comece estabelecendo um objetivo por mês.

quarta-feira, 7 de maio de 2014

Ficar off-line de vez em quando faz bem para a sua saúde


Se você vive ligada na internet e nas redes sociais, está na hora de rever os seus hábitos. Afinal, a tecnologia nos ajuda (e muito), mas também pode causar problemas quando usada em excesso. Veja por que é bom apertar o off de vez em quando.

No Brasil, um estudo conduzido pela Isma-BR (International Stress Management Association) comprovou que as pessoas desenvolvem estresse tecnológico – o tecnoestresse, entre outros fatores, quando não conseguem usar a tecnologia de maneira equilibrada e, principalmente, se ela falha — o sinal do celular desaparece ou a internet fica fora do ar. Dentre os avaliados, o estresse tecnológico se manifestou com os seguintes sintomas: 86% dos pesquisados sentiram dores musculares e de cabeça, 3% sofreram de ansiedade, 81% de angústia, 67% tiveram dificuldade de concentração, 63% se queixaram de cansaço crônico, 41% ficaram mais agressivos, 27% passaram a comer mais e 35% apresentaram distúrbios do sono. “Dormir pouco acelera o envelhecimento, baixa a imunidade e favorece o desenvolvimento de doenças cardiovasculares”, comenta a psicóloga Priscila Gasparini Fernandes, de São Paulo. A especialista ainda ressalta que essa necessidade de estar online o tempo todo pode fazer o ponteiro da balança subir: “O hormônio do estresse, o cortisol, está relacionado ao aumento da gordura corporal, que favorece o aparecimento de doenças, como pressão alta, anemia e diabetes.


Os benefícios de apertar o off

Memória turbinada

A tendência quando se navega na internet é fazer várias coisas ao mesmo tempo: acessar sites, assistir a vídeos, checar as redes sociais, bater papo... Como a atenção fica dividida entre essas diversas situações (e páginas da internet), o cérebro passa a receber exageradamente estímulo visual e auditivo. Resultado: não consegue armazenar todas as informações a que está exposto.


Raciocínio ágil

O excesso de estímulo e a rapidez com que as informações chegam ao cérebro também podem piorar o raciocínio e fazer com que as suas ações sejam tomadas sem que haja um período de reflexão antes. Isso pode levá-la até a dar respostas sem lógica nas conversas virtuais ou realizar compras por impulso.


Relações em alta

Ficar conectada o dia todo pode virar um vício, causando afastamento do mundo real, dificuldade de prestar atenção em si mesma e nos outros, além de evidenciar certas características, como introversão, ansiedade e impulsividade.


Carreira promissora

Em muitos casos esse “vício” atrapalha até a vida profissional, pois há uma necessidade de checar o tempo todo as redes sociais, o que provoca a diminuição da concentração no trabalho e mau aproveitamento do tempo para a realização das tarefas


Fuja do tecnoestresse

Estabeleça limites

Os problemas citados só acontecem se você exagerar na dose. “Estar conectado pode contribuir para nos aproximar de outras pessoas ou para nos afastar delas. A diferença está no modo como o mundo virtual é usado: como ferramenta para melhorar a qualidade do contato real ou como um fim em si mesmo”, salienta Renato Lendimuth Mancini, psiquiatra e psicoterapeuta do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo.

Não há uma regra que indique quantas horas por dia alguém pode ficar online. O que vale é o bom senso e a responsabilidade de não perder o foco das atividades cotidianas. Treine ficar alguns períodos longe do seu celular e crie uma regra pessoal, limitando o acesso a algum momento do dia e, quando for se divertir, realmente aproveitar a atividade que se propôs a fazer em vez de ficar presa a fotos e postagens. Se for muito difícil se desconectar, a dica é procurar ajuda profissional.


Filtre tudo

De acordo com a psicóloga Cristiane Moraes Pertusi, de São Paulo, além de restringir o tempo em que ficamos conectadas, é importante limitar as informações que são postadas — fazer das redes sociais um diário íntimo, por exemplo, escrevendo tudo o que se passa na sua vida, não é recomendado. “Não use as mídias como se fosse a sua língua. Quem fala sem parar, sem pensar o que e como irá expor, pode colocar a imagem em risco”, comenta. Em tempos de violência, essa mania pode ser até perigosa, já que você fornece informações pessoais para o mundo.

quarta-feira, 9 de abril de 2014

9 Dicas Para saber Se Você Tem Autoconhecimento


Passamos uma vida em busca de algo, e nem sempre identificamos o que realmente estamos precisando. As buscas são as mais diversas, na conquista carro do ano, da casa nova, do novo emprego, na conquista de um novo amor, etc… E parece que não é nada disso!!
Mas o que é então?
Será que o que está faltando seria a busca de si mesmo?
Pois veja bem, enquanto não conheço quem eu sou, o que quero, de onde vim, onde estou e para onde estou indo, nenhuma conquista externa vai me preencher para fazer com que eu sinta paz equilíbrio.
E você sabe como encontrar esse tesouro em si mesmo?
Não tem outro caminho que não seja o autoconhecimento.
E a pergunta que lanço agora é: -  Você sabe se tem autoconhecimento? – Você 
sabe como consegui-lo?

COMO SABER SE VOCÊ TEM AUTOCONHECIMENTO

1-Se você não se desespera quando as coisas não saíram do seu jeito e sabe que deu o seu melhor fazendo bem feito e entende que isso é o que importa.

2 -Por mais tumultuado que as coisas se apresentam, você sabe manter o otimismo, o entusiasmo e o equilíbrio.

3- Quando você determina um objetivo e consegue se focar nele, voltado-se para o presente sem deixar que o passado ou o futuro interfiram em sua vida.

4 – Quando você sabe que depende somente de você para fazer dar certo.

5- Apesar de toda agitação e stress,  você consegue entrar na frequência da Paz ,sem deixar que o tumulto interfira em seu equilíbrio e a qualquer momento consegue aquietar-se.

6- Você já não projeta a culpa nos outros em relação às suas dificuldades e está muito mais fácil conviver com você e deixou de ser um “peso” na vida dos outros.

7- Consegue ver oportunidade em tudo o que lhe cerca e aprendeu a não ver os “problemas” como um problema e sim como um DESAFIO.

8- Sabe ver ao outro como um companheiro de caminhada aprendendo com cada situação, não julga mais, pois sabe que errar faz parte do crescimento de cada um.

9- A pessoa com autoconhecimento não liga para o que os outros dizem ou acham, sabe exatamente o que quer e tem uma autoestima bem elevada valorizando o que tem dentro de si e nos outros.

COMO SABER SE VOCÊ NÃO TEM AUTOCONHECIMENTO

1- Se você “vive pra baixo” onde tudo é 8 ou 80 e parece que “está fora de si”;

2- Lamenta-se de tudo e de todos, reclamando o tempo todo, dizendo que tudo é difícil…;

3- Não tem paciência com ninguém e quer tudo para ontem;

4- Quase nada é planejado e “vai indo” pela vida e além disso julga e critica tudo o que os outros fazem ou dizem;

5- Vive se preocupando com todo mundo, quer ajudar a tudo e a todos e se sobrar um  tempinho faz as suas coisas senão deixa-se em segundo plano.

6- Sente medo de arriscar, de inovar ou de correr atrás das coisas preferindo ficar na “Zona de Conforto“.

7- Tem um jeito neurótico e cheio de conflitos,  vive culpando os outros se fazendo de vítima;

8- Aumenta os seus problemas e não vê saída para nada acreditando que não há possibilidade  nenhuma de sair dessa situação;

9- Dá grande importância para o que os outros falam sem acreditar em si mesmo.

Agora você já sabe se você tem ou não AUTOCONHECIMENTO, não é mesmo?
Se você tem autoconhecimento, parabéns, e continue buscando se conhecer ainda mais. Essa busca de si mesmo não tem fim.
Mas se você percebeu que está no grupo das pessoas que não tem autoconhecimento, comece a buscar formas de se conhecer melhor.

O QUE FAZER PARA TER AUTOCONHECIMENTO?

1- Antes de mais nada reconhecer que você não conhece a si mesmo;

2- Depois ter a humildade de se olhar, identificar o que não está bom e querer realmente mudar tudo isso em você;

3- Busque livros que auxiliem você a mudar padrões antigos que já não servem mais.
Observação: Não basta somente ler o livro é necessário aplicar os aprendizados em sua vida;

4- Procure cursos, faça meditações e reflita sobre as suas crenças, verdades e valores;

5- Busque terapia e se comprometa em mudar seu padrão comportamental e sua forma de pensar;

6- Entre, assim como eu, numa escola de autoconhecimento. Onde encontrei as ferramentas para conhecer-me, e em consequência melhorou minha vida familiar, financeira e profissional;

7- Faça algo por você, isso é tarefa sua e somente sua. Busque reconhecer seus comportamentos infantis e pare com o papel de coitadinho.

8- Busque um Instrutor de Autoconhecimento e mude verdadeiramente sua vida para melhor…

LEMBRE-SE que a autoestima só pode ser boa quando conhecemos a nós mesmos… E temos várias “ferramentas de evolução” à nossa disposição, basta querer, basta fazer, para fazer acontecer diferente.

Qual a dor que se repete em sua vida?


Já reparou que algumas pessoas parecem estar destinadas a viver repetidamente a mesma situação que lhes causa profunda angústia e dor? Quando o assunto é amor, essa repetição é mais comum do que supomos. Até porque, algumas pessoas passam por isso justamente porque não se dão conta de que se trata de uma reprise da mesma dinâmica.

Por exemplo, pessoas que sempre são traídas. Começam e terminam relações, e a traição está lá, dando o ar de sua desgraça. Outras sempre são abandonadas. A relação começa muito bem, mas o tempo vai passando e, de repente, aparentemente sem razão que justifique, o outro vai embora. Não quer mais.

Tem aquelas também que parecem viver amores com tempo predeterminado de validade. Para algumas, nunca passa de um ano. Para outras, pode ser que dure dois, mas nunca chega aos três. Não sei, mas por algum motivo que elas não compreendem, a coisa não vai pra frente.

O fato é que tais exemplos estão apontando para uma única conclusão: a lição ainda não foi aprendida! Costumo dizer que não há escola mais justa e sábia que a vida. Porque não importa classe social, raça, cor ou profissão, depois que nos tornamos adultos e responsáveis por nossas escolhas e atitudes, sejam elas conscientes ou inconscientes, teremos de aprender a lidar com as consequências.

E se a dor está se repetindo, a legenda é: "enquanto você não descobrir o que você tem a ver com essa situação, a vida não vai mudar de fase". Portanto, pare, respire fundo, fique em silêncio, conecte-se com seu coração e questione-se: o que estou fazendo para que, de alguma forma, esteja contribuindo para que esta dor se repita?

O que estou fazendo para, de alguma forma, atrair pessoas que, junto comigo, participam desta dor? O que estou pensando e sentindo para que, de alguma forma, sabote minha felicidade e atraia, de novo, esta situação? Porque, não se engane, você tem alguma coisa a ver com isso.

Não estou dizendo que você é responsável pelas atitudes e escolhas do outro. Se o outro o trai, a responsabilidade e as consequências são dele. Mas a dor é sua. A repetição está acontecendo na sua vida. E se você atraiu essa pessoa, e outra, e outra que terminam repetindo esta atitude, então tem algo em você - suas crenças, seus pensamentos e atitudes - que estão influenciando esta recorrência.

Quanto antes você se comprometer com um processo de autoconhecimento e de transformação interior, mais rapidamente você vai conseguir "ser aprovada" nesta fase da vida e passar para a próxima. Subir de nível. Aprofundar no aprendizado. 

E como esta é uma questão que julgo extremamente importante e decisiva para desarmar arapucas, desmontar armadilhas, derrubar obstáculos e seguir em frente, tenho lançado uma série de vídeos para ajudar as pessoas a identificarem mais fácil e mais rapidamente quais são suas crenças limitantes, suas travas internas. E, enfim, conseguirem experimentar mais prazer e felicidade em seus amores.