sexta-feira, 15 de junho de 2018
Dica de Filme para se apaixonar ainda mais !
O Sabor da Magia é uma história sensual temperada com uma pitada de romance e a descoberta do amor. Tilo, uma mulher misteriosa e cheia de segredos, é dona de uma loja de especiarias e possuí um dom mágico de transformar seus ingredientes em poções para curar as pessoas. Mas ela nunca poderá provar sua própria receita e nem mesmo se apaixonar. Se Tilo quebrar essas regras e abrir a porta para o amor, tudo se perderá para sempre.
Os benefícios das tigelas cantantes tibetanas
Mesmo com a morte de monges e mestres budistas importantes, muitos dos rituais sagrados, onde eram utilizadas os instrumentos de metais e neles as tigelas tibetanas foram preservados e ainda hoje são executados em países como Nepal, Burma, Butão. Nesses países, a mesma tigela que era utilizada para colher o leite da cabra virava prato para comer e também instrumento de meditação porque os povos dessa região não estavam, e muitos ainda não estão, acostumados a acumular bens móveis e imóveis como nós ocidentais não estamos acostumados a viver sem eles.
Nunca se sabe o que está por trás do pensamento do povo chinês, especialmente dos políticos, e quase ninguém no mundo Ocidental entende porque a China quer manter o Tibete debaixo dos seus pés. Como a Inglaterra hoje, que votou por sair da União Européia sem se lembrar que é apenas uma pequena ilha, o povo tibetano nunca teve a idéia de que eles eram um país no topo das mais difíceis montanhas do mundo. Quando a China fechou as principais entradas e saídas livres, entre as montanhas, o país foi ocupado e perdeu o que era mais precioso, fora o ouro: parte do seu povo foi morto e com eles muito conhecimento mantido fechado e isolado do resto do mundo por centenas de anos. Por outro lado, se o Tibete não tivesse sido invadido, correría o risco de muito conhecimento que temos hoje traduzido em várias línguas tivesse se perdido porque era passado pela tradição oral, longe do povo, trancado nos monastérios.
Os invasores pensavam que apagariam tudo, mas estavam enganados. A destruição foi devastadora, mas houve tempo de muita coisa escapar pela fronteira gelada – o paredão do Himalaia. Ainda hoje aquele paredão cumpre seu papel protetor, embora os tibetanos exilados na Índia tenham se trancado um pouco, com medo. Ainda hoje eles vivem como se fossem levantar a barraca a qualquer momento e voltar para casa. Depois da fuga do Dalai Lama, a elite tibetana que sobreviveu percebeu que precisa se abrir e o Dalai Lama ordenou que tudo fosse colocado em livros e em inglês, para o mundo apreciar. Há preciosas livrarias em Kathmandu, Nepal, muitas delas sofrendo pressão para fechar e em seu lugar abrirem lojas de artigos de cozinha, feitos em plástico, todos chineses, como já ocorre em Madri e principais cidades da Espanha — por outros interesses chineses.
Assim como ocorreu com a Biblioteca de Alexandria, Egito, há séculos, destruída várias vezes por interesses políticos de cada época, desde os romanos, mestres, monges, sábios e bibliotecas tibetanas inteiras foram queimadas no Tibete depois de 1948, assim como monastérios foram destruídos completamente. Monges e sábios morreram e levaram consigo o segredo da fabricação de instrumentos, embora muito se preservou do outro lado das fronteiras tibetanas — Nepal por exemplo. O que escapou ainda é conservado debaixo de sete chaves. O material empregado nas tigelas originais ninguém sabe definir ao certo, embora em algumas delas seja encontrado sete metais, inclusive ouro – o metal utilizado pelos tibetanos para as coisas do espírito (as civilizações de outros planetas também valorizam o ouro). As tigelas se destacam por sua peculiaridade: são também instrumentos. Esse conhecimento vem das inúmeras tribos Bô (Bor), básicamente xamãs, anteriores à chegada do Budismo. O conceito de xamanismo no Oriente é totalmente diferente do praticado no Ocidente, especialmente o da América Latina, porque o sacrificio de animais não é permitido. O Xamã que sacrifica é banido.
Os índios Bô dominavam toda a região do Himalaia antes da chegada do Budismo. Povo bom, manso, do rosto moreno queimado pelo gelo do Himalaia se adaptou plenamente á nova religião, assim como o Budismo incorporou muitos aspectos dos rituais xamânicos, daí a diferença do Budismo Tibetano em relação âs demais ramificações daquele estilo de vida. Pela praticidade de suas vidas, acostumados também com o estilo meio nômade, os tibetanos usavam as tigelas de várias formas: desde a colheita do leite das cabras e outros animais às cerimônias religiosas e de cura. Eles também sabiam que a batida do leite quente na tigela provocava um efeito curador ao som dos sete metáis. O leite é líquido e os líquidos são vulneráveis aos sons – se transformam.
As tigelas variam de tamañho, peso, qualidade, sintonia, material e função. As mais antigas e de melhor qualidade medem entre 5 e 40cm de diámetro, pesam em torno de 150g. As mais antigas e bem elaboradas, que não foram derretidas pelos chineses para tirar os metáis, estão espalhadas pela Ásia, Europa e EUA. As mais autênticas trazem símbolos budistas gravados em seu interior ou o nome e linhagem do antigo dono em seu exterior. Atualmente os fabricantes já sabem que ao gravar o nome com fogo tira-se um pouco da qualidade das tigelas. Todas foram feitas manualmente com fogo, martelo e suor. O melhor lugar para tentar comprar uma tigela autêntica são as lojas de Katmandu, Nepal. Hoje a India produz tigelas cantantes, mas elas estão mais para sinos, como é o caso das japonesas. Falta qualidade. Eles também copiam os símbolos antigos. Muitas parecem indianas mas são fabricadas na China, de baixa qualidade e sem efeito holístico e curador.
Dependendo da região onde eram manualmente fabricadas, as tigelas contém de dois a doze metais, todos escolhidos pelos seus efeitos terapêuticos. A principal características delas é o som emitido, capaz de alterar o estado de consciência, a energía dos ambientes e de facilitar o processo de aprendizado emocional/espiritual de quem as toca ou escuta. Muitos fabricantes não se preocupam em adicionar metais. Eles querem é vender. O povo tibetano não conhecia pílulas, apenas chá de ervas, instrumentos de cura e rituais xamânicos-budistas porque o ser humano era visto como corpo-alma-emoção e espírito (isso ainda é conservado nas comunidades exiladas). É uma cultura onde a psicología está profundamente irraizada no conhecimento popular sem que soubessem da existência de Freud e Jung. As investidas ocidentais naquele pequeño país, sem petróleo, serviram para salvar objetos, pessoas, livros e até tradições. Há muita gente boa que ajuda ao Tibete de várias formas.
Os tratamentos com as tigelas eram feitos de várias maneiras, com ou sem ervas, orações e mantras. Nos días de hoje, colocamos o cliente em uma maca, espalhamos as tigelas sobre o seu corpo, cada uma direcionada a um chácra ou aos principais pontos de energía que precisam ser trabalhados. Podemos utilizar florais como substitutos das ervas. Os efeitos sonoros e vibracionais das tigelas ressoam na pessoa tratada e têm efeitos imediatos em casos de hipertensão e tensão muscular, por exemplo. O terapeuta tem que estar bem treinado porque a frequência sonora das tigelas e instrumentos de metal também penetram em seus chácras provocando alterações. Popularmente isso é conhecido como massagem sonora.
A música tem um efeito impressionantemente rápido sobre pessoas que sofrem de obsessão espiritual, viciadas em maconha e outros desequilibrios de ordem emocional/espiritual. É possível utilizar essa terapia como coadjuvante no tratamento de diversos desequilibrios, sem dispensar os serviços médicos. Cada coisa no seu lugar. Infelizmente aquelas de origem indiana, japonesa e coreana não têm o mesmo efeito por causa do ordinário metal utilizado em sua fabricação. Terapeuticamente, elas só servem como sinos, nos rituais religiosos ou aulas de Reiki e Yoga. Não compre jamais uma tigela rachada, amassada ou que tenha diferentes metáis visíveis (eles aparecem como enfeites). Nas tigelas originais você não ver os metais nem sabe quais os que estão contidos na tigela. Só o som é diferente.
O oncologista e usuário de tigelas cantantes Mitchell L. Gaynor afirma em seu livro ¨Sons que Curam¨, que o Dr. Jeffrey Thompson, professor do Instituto Californiano de Ciências Humanas, ¨empreendeu estudos pioneiros sobre os efeitos físicos das tigelas cantantes¨ e ¨chegou chegou a demonstrar que as tigelas cantantes produzem sons compatíveis em frequência e tons com os sons produzidos pelos anéis de Saturno¨. Há também estudos que comprovam os beneficios da tigelas em tratamentos contra câncer. Melhor que todos os estudos são uma sessão de musicoterapia oriental com congos e tigelas. Depois, um banho com água e um bom sono.
sábado, 9 de junho de 2018
Chá de Folhas de Oliveira
Além das deliciosas azeitonas, as oliveiras também nos deram outro grande presente: suas folhas, que não são utilizadas na produção das azeitonas ou do azeite, mas que também trazem inúmeros benefícios para a boa forma e saúde. Vamos conhecer agora para que serve o chá de oliveira e descobrir suas propriedades.
Utilizadas na forma de extrato e mais popularmente como chá, as folhas de oliveira podem auxiliar na perda de peso, diminuição do colesterol, melhora da pressão arterial e no fortalecimento do sistema imunológico, entre outras propriedades para a saúde.
O que é chá de oliveira?
Quem nunca ouviu falar do chá de oliveira pode pensar que se trata de mais uma novidade no universo da boa forma, mas a verdade é que o uso medicinal das folhas de oliveira já era feito há alguns milhares de séculos. Cientistas já sabem hoje que as culturas antigas do Egito e do Mediterrâneo utilizavam a folha de oliveira para tratar uma série de condições de saúde.
O chá de oliveira é feito a partir das folhas secas da Olea europaea, nome científico da oliveira, que é exatamente a árvore que produz azeitona e azeite. Ela, aliás, é considerada uma das árvores mais antigas do mundo (acredita-se que algumas possam ter mais de 2 mil anos de idade).
Ainda que o extrato da folha de oliveira seja evidentemente mais concentrado que o chá, há também muitos benefícios do chá de oliveira, já que boa parte dos compostos permanece na bebida (apesar do calor a que as folhas são submetidas).
Como a concentração de substâncias benéficas tende a ser menor no chá, o seu consumo deverá ser regular e repetido algumas vezes durante o dia para que seu efeito possa ser notado.
Benefícios do Chá de Oliveira
O chá de oliveira tornou-se popular nos últimos anos graças ao seu potencial emagrecedor. Por atuar na queima de gorduras, muitos acreditam que o chá de oliveira emagrece mesmo e pode ajudá-lo a atingir a boa forma de maneira natural. Mas este não é o único benefício da bebida, como você mesmo poderá conferir abaixo.
Veja então os 10 maiores benefícios do chá de oliveira para boa forma e saúde e entenda para que serve e quais propriedades se destacam:
1. Auxilia no emagrecimento
Como a oliveira dá origem a um alimento tão calórico como o azeite, falar que o chá de oliveira emagrece pode até soar estranho – mas não é bem assim. A folha de oliveira é rica em diversos compostos (sendo o principal a oleuropeína) que estão presentes em quantidades bem menores no óleo de oliva, motivo pelo qual as propriedades do chá de oliveira podem ser um pouco diferentes daquelas do azeite.
Hoje em dia já sabe-se que o chá de oliveira pode ajudar a emagrecer por 3 motivos:
– Diminuição das inflamações
Ainda que mais pesquisas sejam necessárias, o mais importante estudo sobre os efeitos da folha de oliveira no emagrecimento foram feitos na Universidade de Southern Queensland, na Austrália. No artigo publicado em 2010 no American Journal of Nutrition, pesquisadores afirmam terem descoberto importantes propriedades do extrato de folha de oliveira na luta contra o sobrepeso.
No estudo, grupos de ratos foram submetidos durante oito semanas a uma dieta hipercalórica (rica em gorduras e carboidratos), o que os levou a desenvolverem um quadro de síndrome metabólica – conjunto de sintomas que inclui um aumento nos estoques de gordura abdominal, gordura no fígado, hipertensão e alteração na tolerância à glicose.
Um dos grupos passou então a receber, por mais oito semanas, um extrato de folha de oliveira, além da mesma dieta hipercalórica. Ao final das 16 semanas, os ratos que receberam somente a dieta continuavam com síndrome metabólica, mas o ratos que haviam ingerido o extrato de folha de oliveira apresentaram uma significativa redução nos níveis de gordura abdominal, além de uma normalização da sensibilidade à glicose e das funções do fígado e do coração.
Para a Dra. Lindsay Brown, pesquisadora que liderou o estudo, as folhas de oliveira podem ajudar a emagrecer graças às suas propriedades anti-inflamatórias, uma vez que as inflamações são umas das maiores vilãs do sobrepeso.
– Aumento da sensibilidade à insulina
Em um estudo feito com pessoas acima do peso, a suplementação com extrato de folhas de oliveira (com alta concentração de oleuropeína e hidroxitirosol) feita durante seis semanas foi responsável por um aumento de 15% na sensibilidade à insulina.
E apesar de haver menos insulina em circulação, ainda assim os níveis de glicose na corrente sanguínea chegaram a cair quase que pela metade, evidenciando a atuação da folha de oliveira no controle da glicemia sanguínea.
Na prática, menos insulina significa um menor acúmulo de gordura na região abdominal e uma necessidade também menor de consumir mais calorias para regular os níveis de glicose.
– Aceleração do metabolismo
Ainda que o mecanismo de ação não seja totalmente conhecido, acredita-se que o chá de oliveira estimule o metabolismo devido à sua atuação na glândula tireoide e nas catecolaminas, que são neurotransmissores (como a adrenalina e a noradrenalina) secretados pela glândula suprarrenal e que podem acelerar a queima de gorduras.
Por esse motivo, diz-se que o chá de oliveira queima gorduras, pois o metabolismo acelerado exige mais energia, e se esta não chega através da alimentação, o corpo é obrigado a retirá-la do excesso de gordura.
2. Protege o coração
Além de colaborar com a perda de peso, podemos dizer que esse é um dos maiores benefícios do chá de oliveira: a diminuição dos riscos de complicações cardíacas. Alguns dos compostos presentes na folha da oliveira inibem a oxidação do LDL – o mau colesterol – e evitam assim que ele se deposite nas paredes das artérias, causando arteriosclerose e infarto.
3. Controla a Pressão
Os compostos fitoquímicos do chá de oliveira (sobretudo a oleuropeína) também reduzem as inflamações (que por sinal são a maior causa de doenças cardíacas) e estimulam a circulação, relaxando as artérias e causando uma diminuição na pressão arterial. Além de evidentemente reduzir os riscos de condições associadas à pressão alta, esses benefícios do chá de oliveira também trazem mais proteção ao coração, que poderá se ver livre de variações no fluxo sanguíneo e também nas arritmias.
4. Diminui o Colesterol
O chá de oliveira contém oleuropeína, substância encontrada na folha de oliveira que reduz a oxidação das lipoproteínas de baixa densidade – ou LDL, o colesterol ruim. Ao ser oxidada, a molécula de colesterol vai diretamente para a parede das artérias, onde irá estimular o acúmulo de células inflamatórias e causar a formação de uma placa, o que, como já vimos, poderá eventualmente causar entupimento do vaso sanguíneo e provocar um infarto.
5. Protege o Fígado
Mais um dos benefícios do chá de oliveira para quem está precisando emagrecer é a sua propriedade hepatoprotetora, ou seja, o chá mantém o fígado trabalhando de maneira adequada, o que evita o acúmulo de gordura no órgão (condição conhecida como esteatose hepática) e permite que as toxinas sejam eliminadas de maneira eficiente.
6. Previne o Envelhecimento Precoce
O chá de oliveira é rico em antioxidantes que protegem o corpo contra a ação dos radicais livres, prolongando assim a saúde e prevenindo o envelhecimento precoce. Nas folhas de oliveira podemos encontrar os antioxidantes resveratrol (o mesmo que também está presente na uva), tirosol, oleuropeína e hidroxitirosol, sendo estes dois últimos dois dos fitoquímicos mais importantes para nossa saúde.
Embora pouco conhecido, o hidroxitirosol é certamente merecedor de mais atenção por nossa parte, uma vez que seu potencial antioxidante é maior inclusive que o do chá verde. Apesar da importância das duas bebidas, o hidroxitirosol tem uma capacidade de absorção de radicais livres 10 vezes maior que a do chá verde. E, pasmem: 400 vezes maior que aquela da vitamina C, outro potente antioxidante natural.
Portanto, além de suco de uva, chá verde e cremes de beleza, que tal acrescentar algumas xícaras de chá de oliveira aos seus cuidados diários de beleza?
7. Fortalece o Sistema Imunológico
Alguns compostos encontrados na folha de oliveira (oleuropeína, hidroxitirosol, flavonóides e polifenóis) são responsáveis pelo fortalecimento das linhas de defesa do organismo contra vírus, fungos e bactérias. Assim, o consumo regular de chá de oliveira pode fortalecer o sistema imunológico e auxiliá-lo na prevenção e combate a diversas doenças, como herpes, pneumonia, gripe, infecções dentárias e de ouvido.
8. Combate a Osteoporose
Em um estudo publicado recentemente na revista “Osteoporosis International” pesquisadores demonstraram que a oleuropeína presente nas folhas de oliveira foi capaz de estimular tanto um aumento do número quanto da atividade das células ósseas (osteoblastos).
Ainda de acordo com os responsáveis pelo estudo, a oleuropeína pode ser utilizada para aumentar a produção de osteoblastos, o que por sua vez pode prevenir a perda de massa óssea associada ao envelhecimento e também à osteoporose.
9. É um diurético natural
Estudos têm evidenciado outra propriedade da oleuropeína: sua capacidade para atuar como um diurético natural. O consumo regular de chá de oliveira pode ajudá-lo a reduzir a retenção de líquido e também aumentar a eliminação de toxinas – dois fatores importantes para quem está precisando perder peso.
E graças às suas propriedades antibacterianas e antivirais, o chá de oliveira pode atuar na prevenção e tratamento das infecções urinárias e dos cálculos biliares.
10. Possui Propriedades anti-inflamatórias
Os mesmos flavonoides que fornecem tantos outros benefícios do chá de oliveira também conferem a ele propriedades anti-inflamatórias. E você já sabe que, ao reduzir inflamações no corpo, você pode diminuir significativamente as causas e os sintomas de inúmeras doenças, como a dor crônica, artrite, doença cardíaca e até mesmo alguns tipos de câncer.
Como Tomar
Para obter todos os benefícios do chá de oliveira, a sugestão é tomar de 3 a 4 xícaras da bebida por dia, durante um período de 3 a 4 meses. Para quem está preocupado com a balança, a quantidade de peso que pode ser eliminada irá depender do seu balanço de calorias ao longo do dia.
Ou seja, ainda que você tome o chá de oliveira para emagrecer, é fundamental que sua dieta seja hipocalórica, o que significa que você deverá consumir menos calorias do que seu metabolismo utiliza ao longo do dia (ou aumentar seu gasto energético através da atividade física).
Como Fazer o Chá de Oliveira
A dica ao fazer o chá de oliveira é utilizar água mineral e já deixar uma quantidade maior pronta no início da manhã, para não correr o risco de ficar sem tempo (ou esquecer) de preparar o chá ao longo do dia.
Leve uma panela com 1 litro de água ao fogo e deixe ferver;
Desligue o fogo e acrescente 3 colheres de sopa de folhas de oliveira;
Tampe e deixe abafar por 10 minutos;
Coe e tome sem açúcar ou adoçante.
Contra-indicações
Grávidas, lactantes e crianças devem evitar o consumo de chá de oliveira. E assim como pode ocorrer com outros tratamentos à base de produtos naturais, algumas pessoas podem ser alérgicas a determinadas substâncias presentes no chá, motivo pelo qual a recomendação é conversar com o médico antes de iniciar o consumo diário do chá de oliveira.
Banho para o Dia dos Namorados
Este banho pode ser feito em qualquer dia da semana. Se quiser, pode fazer junto com seu parceiro, assim vocês dois estarão na mesma sintonia!
Separe os seguintes materiais:
4 rosas vermelhas
1 canela em pau
2 colheres de sopa de mel
3 cravos da Índia
Como fazer:
Aqueça todos os ingredientes em um litro de água até ferver. Desligue o fogo e espere que a mistura esfrie um pouco.
Tome seu banho normalmente e depois jogue a mistura do pescoço para baixo, mentalizando o quanto seu parceiro é importante para você e porque o ama. Se estiverem fazendo este banho juntos, falem o que mais gostam do relacionamento e o que mais admiram no outro.
Preparem-se para uma noite de muito amor e cumplicidade.
Os banhos com rosas vermelhas possuem um efeito interessante sobre nós, por isso, perceba suas sensações, vontades e desejos durante os próximos dias. Se você já tem alguém, vai querer ficar mais próxima da pessoa, se ainda está solteira, vai atrair olhares e pretendentes. Aproveite cada momento!
Cianita Azul
Por conter a força do Raio Azul do Arcanjo Miguel, a Cianita Azul é uma super pedra de proteção espiritual capaz quebrar e bloquear todos ataques de forças negativas.
Suas vibrações de alta frequência, estimulam e despertam a intuição, facilitam a meditação e fortalecem nossas capacidades mediúnicas, espirituais e mentais.
É ótima para meditações em busca de evolução ou em momentos de batalhas, físicas ou espirituais, pois a energia emanada por ela lhe dará mais força e determinação.
Significado e Energias da Cianita Azul
A Cianita protege contra ataques espirituais, afasta más influências e nos conecta com a força do Arcanjo Miguel.
Ela pedra neutraliza e combate o mau-olhado e a inveja e aumenta as energias positivas no ambiente.
Suas vibrações favorecem a meditação, ajuda a lembrar dos sonhos e fortalecem a intuição e a mediunidade.
É um extraordinário cristal de conexão que cria caminhos mentais, aumenta as habilidades telepáticas e provê um canal para transmitir ou receber energia.
Efeitos Terapêuticos da Cianita Azul
Este poderoso cristal ajuda no tratamento de distúrbios musculares, febres e problemas no sistema urogenital.
A frequência de energias elevadas da Cianita Azul, promove tranquilidade e paz interior, auxilia a superar a timidez a ansiedade e todos os medos.
A Cianita Azul combate o excesso de peso, baixa pressão sanguínea, cura infecções e equilibra as energias yin-yang, fortalece a voz e cura a garganta e laringe.
Limpeza e Energização da Cianita Azul
A Cianita Azul é uma das poucas pedras do planeta que não acumulam energias negativas e por isso não precisa passar por processos de limpeza ou energização.
Porém se for lavada em água corrente, a Cianita Azul tem seu brilho e energia ampliados por algumas horas.
Por seu alto poder de energização, a Cianita Azul pode inclusive ser utilizada para limpar e energizar outras pedras.
Como Usar a Cianita Azul
Para proteção espiritual, use um pingente de Cianita Azul ou carregue uma próximo a você no seu dia a dia.
Como ela é capaz de afastar as situações de perigo e pessoas mal intencionadas, deixe também uma Cianita no seu carro e na gaveta de sua mesa de trabalho.
Para purificar e proteger sua casa ou escritório, mantenha uma Cianita Azul na sala ou próximo a porta de entrada. Se preferir espalhe Cianitas menores por todo ambiente.
Usos e Aplicações da Cianita Azul
- Proteção espiritual
- Purificação energética
- Fortalecer a intuição e a mediunidade
- Conexão com nossos guias espirituais
- Aumentar a sensação de paz interior
- Facilitar a meditação
- Ampliar nossa força nos momentos difíceis
sexta-feira, 6 de abril de 2018
Óleo Essencial de Palmarosa
A palmarosa é uma planta herbácea tipica de regiões tropicais. A planta inteira é destilada sendo que nas flores concentram-se a maior quantidade de óleo essencial. Possui fragrância agradável, fresca, semelhante à rosa. O óleo essencial é amarelo,largamente utilizado em perfumaria e em cosméticos. O óleo de palmarosa é muito valioso para os cuidados com a pele, especialmente se diluído em óleo de rosa-mosqueta. Ele hidrata e estimula a pele, balanceando a sua produção sebácea. Assim como a lavanda, a palmarosa excelente regenerador celular.
Também é antisséptica, e por isso valiosa em infecções de pele e acne. Externamente é indicada para pele seca, envelhecida e enrugada, e possui ação calmante e refrescante para a pele. O seu alto teor de geraniol faz dela um bom anti-infeccioso, atuando de forma específica no sistema linfático. É também bactericida e fungicida e estimulante do sistema imunológico. Inalado, considera-se que tem um efeito normalizador na glândula tireoide. Também é indicado para sinusite e otite, e é útil em casos de micoses, eczemas e escaras. No âmbito emocional, auxilia em casos de estresse e irritabilidade. Ele tem um efeito levemente afrodisíaco e auxilia onde o estresse e a tensão interferem na satisfação sexual.
Considerado pela Aromaterapia o óleo mais sensível, pois trabalha muito a sensibilidade e também a intuição!
O óleo de Palmarosa combina bem com rosa, bergamota, cedro, gerânio, mandarina, sândalo e ylang-ylang. A ação da palmarosa sobre o sistema digestivo é como um tônico leve e auxilia na digestão, além de ser útil em casos de diarreia, gastroenterite e disenteria. Auxilia também a melhorar o apetite e pode ser utilizado no tratamento da anorexia nervosa.
Precauções:
Deve ser evitado durante a gravidez. Este óleo é considerado não-tóxico e não-irritante para a pele.
Maiores informações ou dúvidas entre em contato com o Espaço Zen Terapias!
As Doenças da Emoção
A medicina psicossomática deixou de ser um ramo de segunda classe. A influência dos sentimentos sobre a saúde física nunca foi tão pesquisada e o controle das perturbações psíquicas entrou para os receituários clínicos.
Perfil dos Somatizadores
- 20% da população mundial é afetada pelos transtornos de somatização;
- o distúrbio é mais comum em mulheres e entre elas os sintomas constumam ser mais severos;
- 42,6 anos é a idade média dos somatizadores;
- 40% deles têm depressão;
- 20% apresentam transtorno do pânico ou ansiedade;
- os somatizadores estão entre os principais usuários do sistema de saúde: 60% das consultas médicas referem-se a pacientes com queixas sem nenhuma causa orgânica.
As principais reclamações são: dor no peito, fadiga, tontura, dor de cabeça, dor nas costas, falta de ar, insônia e dor abdominal.
É quase certo que, ao demonstrar um desconforto físico, você já tenha ouvido que está "somatizando". Mas o que é exatamente somatização? Trata-se de um processo pelo qual distúrbios de origem psíquica, emocional. traduzem-se em mal-estar, com ou sem causa orgânica definida. Os dez problemas mais relatados pelos somatizadores são dor no peito, fadiga. tontura, dor de cabeça, inchaço, dor nas costas, falta de ar, insônia, dor abdominal e torpor. Não faz tanto tempo assim, a esmagadora maioria dos médicos ocidentais relegava tais pacientes ao limbo de um ramo até então pouco prestigiado da psiquiatria - o da medicina psicossomática. Mas esse quadro começa a mudar.
Muitos clínicos estão dando mais atenção aos quadros de somatização. Eles, agora, procuram escutar os somatizadores da forma preconizada por Maimônides, um médico mouro do século XII: "Uma consulta deve durar uma hora. Durante dez minutos. ausculte os órgãos do paciente. Nos cinqüenta minutos restantes, sonde-lhe a alma". Com isso, passaram a oferecer meios de tratar o seu padecimento atual e evitar os futuros, em vez de se apressarem em livrar-se dos "neuróticos". Além disso, equipes de pesquisadores dedicam-se a tentar desvendar os mecanismos pelos quais as emoções podem resultar em afecções. Vários deles, inclusive, já foram descobertos (veja o texto abaixo - O preço da pressão... e a sua repercussão no organismo). Pode-se dizer que a medicina ocidental está revendo o dogma de que sintomas só são passíveis de tratamento se originados em problemas físicos descritos cientificamente. Nesse caminho, segue a trilha da antiga medicina oriental, segundo a qual um sintoma, mesmo sem causa orgânica suficientemente identificada, é, em si, um desequilíbrio a ser curado.
Embora desde o grego Hipócrates, considerado o pai da medicina ocidental, haja registros de processos de somatização, o fenômeno só ganhou um nome no início do século XX. O médico austríaco Wilhelm Stekel, um dos pioneiros da psicanálise, lançou a expressão alemã organsprache ("fala dos órgãos") para denominar sintomas físicos associados precipuamente ao lado psíquico. Na versão para o inglês, o termo foi traduzido como somatizatíon, palavra criada a partir do radical grego "soma", corpo. Atualmente, os médicos fazem uma distinção entre transtorno somatoforme e somatização. O primeiro caracteriza-se por queixas físicas recorrentes, mas sem causas detectáveis por exames clínicos ou de imagem. É o caso, por exemplo, de um paciente que reclama de dores de estômago, mas, submetido a uma endoscopia, não apresenta nenhuma lesão nesse órgão. Para que a doença seja diagnosticada como um transtorno somatoforme, é preciso que a pessoa exiba um ou mais sintomas por um período mínimo de seis meses. De acordo com a Organização Mundial de Saúde, 20% da população do planeta manifesta quadros da doença. "Os sintomas são reais. O sofrimento desses pacientes não é menor do que o daqueles que apresentam problemas com causas orgânicas bem definidas", disse Lesley Allen, especialista no assunto.
A palavra somatização, por sua vez, hoje é usada especificamente para as doenças identíficáveis por meio de exames, desencadeadas por sobrecarga emocional. Certas doenças têm um componente fortemente somático. E o caso de asma, úlceras, fibromialgia, gastrite, alergias e herpes, principalmente. As situações que mais deflagram respostas somáticas são as de stress decorrente de um luto ou de uma separação conjugal. Para não falar da onipresente depressão, é claro. "Na verdade, não existe um só sentimento que não tenha uma repercussão física. O que varia é a intensidade da emoção e a vulnerabilidade do corpo", afirma o psiquiatra Geraldo Banone, de Campinas.
É freqüente confundir somatização com hipocondria. São coisas completamente diferentes, O hipocondríaco é alguém preocupado em excesso com a própria morte. Seu medo é tanto que ele freqüentemente interpreta um mal-estar passageiro como um sinal de doença grave. O exemplo perfeito é o do personagem de Woody AIlen no filme Hannah e Suas Irmãs, que tinha certeza de que suas dores de cabeça eram um sintoma de um tumor no cérebro e, por isso, submetia-se a tomografias da cabeça como quem tira pressão arterial. O que somatizadores e hipocondríacos têm em comum são as idas freqüentes ao médico. "As somatizações são responsáveis por um número muito alto de consultas", diz o psiquiatra José Atilio Bombana, da Universidade Federal de São Paulo. Calcula-se que até a metade de todos os gastos do sistema público de saúde deva-se a somatizações.
Do ponto de vista fisiológico, já se sabe que o processo de somatização ocorre no eixo hipotálamo-hipófise-supra-renal . Com o auxílio da medicina molecular e exames de imagem de altíssima precisão, está-se conseguindo mapear em detalhes os canais de comunicação entre o cérebro e os sistemas imunológico e endócrino. A interação entre corpo e mente se dá por meio de uma intrincada rede de hormônios, proteínas e neurotransmissores que não cessam de interagir. Os cientistas querem definir o que ocorre ao certo quando há um descompasso entre o cérebro e esses sistemas. especialmente nos momentos emocionais mais críticos. Apesar de haver uma longa estrada a ser percorrida, ao entender em parte como os sentimentos afetam o organismo, a medicina deu um passo adiante rumo à prevenção e à cura de doenças típicas da somatização.
No plano estatístico, as evidências da relação entre o psicológico e o físico sempre foram elusivas. Não são mais. Dois estudos publicados neste ano, um no Jornal da Associação Médica Americana(Jama) e outro no Archives of Internal Medicine, atestam a conexão. No primeiro deles, realizado com quase 1 000 pacientes, entre 35 e 59 anos. vítimas de infarto que exerciam funções com grande demanda emocional mostraram-se duas vezes mais predispostas a sofrer um novo evento cardíaco. No segundo estudo, o professor de psicologia Sheldon Cohen, da Universidade Carnegie Mellon, analisou 319 artigos médicos que relacionavam emoções intensas com falhas do sistema imunológico.
Ele concluiu que tais emoções podem acelerar a progressão até mesmo de males associados à aids. Há também uma pesquisa notável, levada a cabo por médicos ingleses do London College. Depois de acompanharem 9 000 pessoas durante doze anos, eles descobriram que os que tinham relacionamentos íntimos marcados por brigas e conflitos sofriam 34% mais risco de apresentar um distúrbio cardiovascular.
Não se pode incorrer no simplismo de afirmar, como fazem alguns psicólogos, que toda e qualquer doença tem origem nos sentimentos. "Mas é provável que, por determinação genética, haja pessoas mais propensas a ficar doentes por causa de emoções excessivas", diz o psiquiatra Mario Alfredo De Marco, da Universidade Federal de São Paulo. A mesma situação pode ser mais desgastante para uma pessoa e menos para outra, não apenas pelo perfil psicológico de cada uma, mas por efeito de uma tendência genética para reações hormonais mais ou menos fortes. Fatores culturais também são relevantes. Um levantamento aponta que os brasileiros estão entre os campeões de somatização (Leia no texto abaixo - Mapa da Somatização). "Comportamentos histriônicos ou contidos demais podem resultar no aparecimento de afecções", diz o psiquiatra Bombana.
Estudos mostram que um bom suporte afetivo e determinados tipos de terapia psicológica e alternativas são capazes de melhorar a resposta imunológica até mesmo em pacientes de câncer. Uma das linhas de pesquisa mais avançadas nessa área é a da professora americana Lesley Allen. Ela defende a terapia cognitivo-comportamental, associada a técnicas de relaxamento, exercícios moderados e uso de anti depressivos, para diminuir a severidade dos sintomas entre os somatizadores. Os anti depressivos, aliás, têm fornecido resultados surpreendentes. Pacientes tratados com esses remédios apresentaram uma redução considerável nas idas ao médico, especialmente aqueles que sofriam da síndrome da fadiga crônica, distúrbio recorrente entre os somatizadores. Outra linha de pesquisa também começa a esboçar-se. No início de novembro passado, a equipe do pesquisador Hiitoshi Sakano, da Universidade de Tóquio, criou em laboratório ratos que não têm medo de gatos. Por meio de alterações genéticas, os cientistas conseguiram remover determinadas células do sistema olfativo dos roedores, responsáveis por detectar a presença de ameaças. Ao terem esse grupo de células desligado, as cobaias aproximaram-se de um gato sem manifestar pavor. Essa experiência representa um avanço na direção de remédios próprios para o controle de emoções que podem causar problemas físicos.
Não se trata, é claro, de demonizar o lado sentimental. De sugerir que todos sejamos robôs gélidos. Tanto os sentimentos bons quanto os ruins foram - e são - fundamentais para a preservação da espécie, como demonstrou o naturalista inglês Charles Darwin. o primeiro a estudar de forma abrangente a influência das emoções instintivas no processo evolutivo. Se elas nos trouxeram até aqui, compreendê-las pode nos levar ainda mais longe do ponto de vista da saúde física. Na falta da pílula mágica que tudo amenize ou controle(e com a qual sonhava até mesmo Sigmund Freud, o pai da psicanálise), cabe a todos nós tentar evitar que sejamos possuídos por sentimentos que redundem em sofrimento físico. Expressá-los sem medo é uma boa medida. Dito assim, parece simples. Não é. Até mesmo os pacientes mais articulados encontram dificuldades ao traduzir seus sentimentos em palavras. O escritor americano William Styron, um dos que melhor expressaram a tristeza e a melancolia, descreveu sua dor psíquica constante como "algo tão misteriosamente doloroso que não é possível nem por meio da mediação intelectual chegar perto de uma descrição". Sim, as palavras nem sempre alcança a alma.
O preço da pressão ... e a sua repercussão no organismo
As emoções podem traduzir-se em respostas somáticas no eixo hipotálano-hipófise-supra-renal. Quando isso acontece, altera-se a sintonia entre o cérebro e os sistemas encdócrino e imunológico, o que leva ao desencadeamento de uma série de problemas.
Hipotálamo: estrutura do sistema líbico, a sede cerebral das emoções, o hipotálamo deflagra as reações físicas aos desgastes emocionais.
Hipófise: controlada pelo hipotálamo, a hipófise é uma glândula localizada na base do cérebro. Ela comanda o trabalho da maioria das outras glândulas endócrinas.
Supra-renais: situadas acima dos rins, essas glândulas são encarregadas de fabricar os hormônios relacionados aos stress - adrenalina, noradrenalina e cortisol.
. distúrbios cardiovasculares: infarto, derrame, hipertensão, arritmias: situações de pressão emocional estimulam a liberação dos hormônios adrenalina, noradrenalina e cortisol, entre outros. Com isso, o coração bate mais rápido, a pressão arterial sobe e as taxas de colesterol aumentam. Um estudo com pacientes de hipertensão mostrou que 80% deles associaram a crise de pressão alta a um evento de desgaste emocional.
. dores crônicas: dor nas costas, cefaléias, dor pré-mestrual, fibromialgia, síndrome da fadiga crônica: a descarga de adrenalina e cortisol na corente sanguínea reduz a produção de endorfina e serotonina, substâncias associadas ao alívio da dor e à sensação de bem-estar, respectivamente. Vários estudos já mostraram que um evento emocionalmente desgastante pode aumentar a sensação dolorosa em até 20%.
. afecções dermatológicas: hiperidrose, prurido, dermatite, queda de cabelo, psoríase, herpes, vitiligo: é bastante comum sentir na pele as aflições psíquicas. Isso porque a pele é um órgão repleto de terminações nervosas, o que a torna muito sensível às alterações da química cerebral. Pessoas ansiosas, depressivas e estressadas tendem a desenvolver ou piorar problemas como dermatite, acne, psoríase e queda de cabelo.
. doenças endócrinas: diabetes tipo 2, hiper ou hipotireoidismo e hipoglicemia: como o hipotálamo modula também as defesas do organismo, um problema de ordem emocional pode desencadear um ataque do sistema imunológico à tireóide e ao pâncreas, o órgão produtor de insulina. A descarga hormonal desregula a liberação de glicose na corrente sanguínea, o que leva ao diabetes ou à hipoglicemia.
. problemas gastrointestinais: distúrbios esofágicos, dispepsia, diverticulite, diarréia, constipação, gastrite, úlcera gástrica, síndrome do intestino irritável, retocolite ulcertativa: Em resposta à pressão emocional, o organismo aumenta a produção de substâncias tóxicas ao estômago e aos intestinos. Em 75% dos casos, a colite ulcerativa é psicossomática. O desequilíbrio na produção de noradrenalina e cortisol aumenta ou reduz, ainda, os movimentos intestinais, agravando alguns distúrbios, como a diverticulose.
. asma, hiperventilação, rinite alérgica: problemas de ordem emocional podem desequilibrar a produçâo das substâncias envolvidas na dilatação dos bronquios, agravando os sintomas da asma. Pode ocorrer ainda uma resposta desmedida do sistema imunológico a determinados alérgenos, como a poeira, deflagrando uma crise alérgica.
. distúrbios imunológicos: lúpus, artrite reumatóide, depressão imune inespecífica: a atividade integrada entre o hipotálamo, a hipófise e a glândula supra-renal repercute diretamente no sistema imunológico. Com a falta de sintonia entre esses sistemas, as células de defesa passam a atacar outras células do organismo. (fonte: Geraldo Ballone, psiquiatra).
O mapa da somatização
Um estudo da Oranização Mundial de Saúde(OMS) com quase 26.000 pessoas identificou a prealência do mal em direrentes sociedades. Eis o ranking dos povos que mais somatizam seus problemas: Chile 37%, Brasil 32%, Alemanhã 26%, França 23%, Inglaterra 21%, Holanda 18%, China 18%, EUA 10%, Japão 10%.
Os latinos costumam manifestar suas aflições emocionais sob a forma de sintomas gastrointestinais - náusea, vômitos, diarréia, intolerância alimentar, gastríte e úlcera.
Os anglo-saxões resistem a procurar ajuda para suas aflições emocionais. Os americanos, por exemplo, só costumam dar atenção aos sintomas psicossomáticos quando há comprometimento de alguma função orgânica.
As culturas orientais incentivam o equilíbrio entre o corpo e o meio ambiente. Japoneses e chineses são estimulados, desde crianças, a reconhecer as respostas do organismo a um desequilíbrio de origem externa.
Avalie se você tem um perfil psicossomático
O questionário abaixo foi elaborado pela psicóloga Marilda Lipp, do Centro Psicológico de Controle do Stress. Responda às perguntas e verifique se o seu modo de sentir e agir é o de uma pessoa suscetível à somatização. Lembre-se de que o diagnóstico preciso só pode ser feito por um especialista.
Responda Sim ou Não.
1 . Às vezes choro sem conseguir entender exatamente o porquê
2 . Consigo disfarçar muito bem quando estou com raiva
3 . É fácíl para os outros perceberem estou feliz
4 . Ás vezes me pego sonhando acordado(a)
5 . Não tenho dificuldade para nomear aquilo que sinto
6 . É bom "fantasiar" um pouco sobre as coisas
7 . Gosto de conversas objetivas e diretas
8 . Freqüentemente, fico confuso(a) sobre qual emoção estou sentindo
9 . As pessoas mais próximas de mim têm dificuldade de entender como me sinto
10 . A raiva é o sentimento mais freqüente em minha vida
11 . Acho que é uma perda de tempo ficar me perguntando sobre o porquê das coisas
12 . Quase não sonho quando durmo
A) Se você respondeu "sim" às perguntas 1,2,7,8,9, 10,11 e 12, some 1 ponto para cada questão.
B) Se você respondeu "sim" às perguntas 3, 4,5 e 6, some 1 ponto para cada questão.
Em seguida, faça a subtração A - B
Se o resultado dessa subtração for:
- Até 3: seu perfil não se parece com o de pessoas que sofrem de doenças psicossomáticas. Você provavelmente é o tipo de pessoa que está em sintonia com suas emoções.
- De 4 a 5: você tem alguma dificuldade de identificar ou nomear as suas emoções. Isso pode resultar em algumas manifestações físicas. Aprender a identificar e dar vazão ao que sente o ajudará a não sofrer desconforto físico diante de problemas que são, na verdade, mais de origem psicológica do que biológica.
- 6 ou mais: ao que tudo indica, você tem muita dificuldade para entender o que se passa em seu íntimo, de nomear suas emoções e de admitir o que sente. Seu corpo provavelmente mostra sinais de desgaste diante de tanta emoção reprimida. Recomenda-se procurar ajuda especializada.
Por uma vida mais serena
As Terapias Alternativas que comprovadamente ajudam a amenizar os sintomas da somatização, ao aliviar o sofrimento emocional.
Meditação: acredita-se que a meditação modula a resposta do sistema nervoso ao stress. Consegue-se isso por meio do controle da ansiedade. O estudo mais recente nesse campo submeteu pacientes cardíacos à meditação e comprovou que eles tiveram uma redução da pressão arterial.
Terapias Cognitivo-Comportamentais: o objetivo do método é fazer o paciente aprender a controlar os sintomas. Ou seja, ensiná-lo a evitar a cadeia de reações emocionais que leva o corpo a responder com sinais físicos. Também chamado de terapia breve, é especialmente eficaz para aplacar sintomas clássicos, como taquicardia, tontura e falta de ar.
Psicanálise: ainda que nunca tenha criado uma teoria psicossomática, Sigund Freud, o pai da psicanálise, foi um dos seus mais importantes precursores. Ao iniciar a prática clínica, Freud percebeu que as manifestações da histeria correspondiam a uma anatomia imaginária. Ao contrário das outras duas técnicas, a psicanálise age na raiz do problema. Nesse caso, faz toda a diferença saber se os sintomas de uma somatização são fruto da história pessoal do paciente. É uma abordagem profunda e complexa, que demanda tempo e disposição para que o paciente se aventure no autoconhecimento. Os resultados desse tipo de terapia para a melhora da saúde, embora mais demorados, já foram provados cientificamente.
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