
domingo, 13 de fevereiro de 2011
Massagem Clássica ou Relaxante

Mitos e Verdades sobre Varizes

As feias e incômodas veias doentes nas pernas – as varizes, atormentam a maioria das mulheres e uma boa parte da população masculina. Mesmo assim, muita gente ainda tem dúvidas sobre as causas e efeitos desse problema. Confira a resposta para as mais comuns delas, dadas pelo Dr. Kasuo Miyake, Doutor
......“As varizes são um problema genético”? – Verdade. Se a sua mãe ou o seu pai tem varizes, são maiores as chances de que você venha a sofrer com o problema.
......“A prática de esportes causa varizes”? – Mito. O exercício físico estimula a circulação do sangue e, com isso, previne o aparecimento de veias doentes.
......“A cirurgia de varizes é de alto risco”? – Mito. Muita gente teme a intervenção cirúrgica, mas o procedimento está cada vez mais seguro. A retirada de cada veia doente é feita com uma pequena incisão, de apenas
......“Ao retirar as varizes com a cirurgia, terei a circulação do sangue prejudicada” ?– Mito. Pelo contrário: ao retirar as veias doentes, que estavam direcionando o sangue para o sentido errado, a circulação melhorará.
......“A depilação e o cruzar de pernas causam varizes”? – Mito. A os dois fatores não interferem em nada no aparecimento de veias doentes.
......“Meias elásticas ajudam na circulação”? – Verdade, mas nem sempre. As meias elásticas podem aliviar as dores nas pernas e facilitar a circulação do sangue se forem apropriadas para a sua perna. .O ideal é que a meia fique apertada na região do tornozelo, jamais na área dos joelhos. Caso contrário, ela será prejudicial.
......“As mulheres têm mais varizes do que homens”? – Verdade. Alguns estudos dizem que as mulheres costumam ter de duas a três vezes mais varizes do que homens. Elas identificam o problema mais facilmente, por depilar as pernas e deixá-las à mostra. Estima-se que um em cada cinco ou seis homens sofra com varizes, principalmente a partir dos 30 ou 40 anos.
......“A gravidez provoca varizes”? – Verdade. Por conta da alteração hormonal, a gravidez é um dos principais causadores de varizes (os outros são: ingestão de hormônios femininos, seja por reposição ou por anticoncepcionais; genética; ficar muito tempo em pé ou sentado; e excesso de peso).
......“As varizes podem levar à trombose” ?– Verdade. Se a circulação do sangue ficar muito prejudicada por conta das varizes, existe o risco de formação de coágulos, que levam à Trombose Venosa Profunda (TVP).
......“Anticoncepcional causa varizes”? – Verdade. Geralmente sim, porque provoca alteração hormonal, uma das principais causas das veias doentes.
......“Salto alto causa varizes” ?– Mito. Um recente estudo do cirurgião João Potério Filho, da Unicamp, afirma que o salto alto beneficia a circulação e evita o aparecimento de varizes. De qualquer forma, é importante lembrar que o salto, quando usado diariamente por muitos anos, pode dificultar o trabalho da “batata da perna”, que ajuda no bombeamento do sangue nas pernas. Por isso, é importante alongar as panturrilhas antes e depois de usar o salto.
......“A alimentação influencia na formação de varizes” ?– Verdade, mas indiretamente. Uma alimentação equilibrada ajuda na manutenção de um peso adequado, o que, por sua vez, diminui as chances de desenvolvimento de veias doentes nas pernas.
......“Cremes melhoram o problema”? – Mito. Não há comprovação científica de que cremes eliminem varizes e nada indica que possam refazer as paredes de uma veia danificada. È perda de dinheiro na certa.
......“Viagens muito longas criam o ambiente propício para a formação de varizes” ?– Verdade. Em trajetos longos de avião ou ônibus, por exemplo, nossas pernas costumam ficar muito tempo paradas na mesma posição e comprimidas, aumentando a dificuldade do sangue da perna em retornar ao coração e dando condições para a formação de varizes ou de coágulos no sangue (que por sua vez podem causar TVP ou embolia pulmonar). A dica é se hidratar bastante e mexer as pernas, com pequenas caminhadas ou o movimento de “sobe e desce” com o tornozelo e os pés.
Alimentos Energizantes

Gordura x Açúcar – descubra quem é o vilão da boa alimentação.

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
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Conforme o clima esquenta, as roupas ficam cada vez menores,deixando o corpo à mostra. É hora de ficar ainda mais bonita! Corpos bronzeados, roupas curtas e muita descontração no ar fazem parte da estação mais quente do ano. O Banho de Lua promete deixar seu corpo muito mais atraente!
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sábado, 5 de fevereiro de 2011
Sucos Desintoxicantes

A prisão de não saber dizer NÃO

A dificuldade em dizer não é um padrão emocional muito comum, facilmente detectável em boa parte das pessoas. A maioria de nós, em maior ou menor grau, sente essa dificuldade.
Algumas vezes, a dificuldade aparece disfarçadamente. Vou citar um exemplo. Algumas explosões de raiva são, na verdade, uma manifestação das consequências desse padrão. Conheço uma pessoa que costuma aceitar tudo. O outro pede e ela faz e não reclama. No entanto, vai se acumulando uma insatisfação interior até que um belo dia surge uma grande reação de raiva. Nesse dia, ela consegue dizer não para a pessoa e aproveita a oportunidade para falar tudo que ficou engasgado. O resultado disso é a perda das amizades, dificuldades nos relacionamentos de trabalho e em todas as áreas.
As pessoas que têm esse padrão costumam comentar coisas do tipo "fulano é muito cara de pau, teve a capacidade de pedir isso e aquilo, e não é a primeira vez"; "eu jamais teria coragem de pedir tal coisa pra alguém". E no final perguntamos: e você atendeu ao pedido? E a reposta é sempre "ah sim, acabei fazendo, mas foi contra a minha vontade". E o discurso segue relatando o quanto esse pedido inapropriado lhe trouxe prejuízos.
É como se a pessoa dissesse interiormente "vou fazer o que estão me pedindo, mas de forma muito contrariada, vou reclamar bastante e ficar com muita raiva, comentarei com todo mundo o quanto essa pessoa é cara de pau, quem sabe ela toma consciência e para de me pedir essas coisas, não é possível que isso continue, ela deveria saber o limite, deveria ter bom senso assim como eu tenho".
Esse tipo de discurso coloca a pessoa no lugar vítima: "os outros não me respeitam, a culpa não é minha, o mundo é que deveria mudar". Um ganho secundário desse comportamento é o de ser visto como uma pessoa boa pelos outros: a explorada, a coitada, a vítima das maldades do mundo. Muita gente usa do vitimismo para obter aceitação e reconhecimento. No entanto a tendência é que as pessoas comecem a perceber esse padrão e se afastem com o tempo. Ela então precisará encontrar novos círculos para realizar o mesmo processo.
Muitas pessoas que agem dessa forma começam a se isolar como forma de evitar relacionamentos e ter que fazer coisas contra a sua vontade. Viver a vida sem colocar limites acaba levando a tristeza, ansiedade e depressão.
Conforme citei no início do texto, a dificuldade em dizer não pode estar em vários níveis, variando de pessoa para pessoa. Tem esse tipo de caso que relatei onde a se acumula raiva até explodir. Tem outros de pessoas que até dizem não na hora, mas o fazem de forma raivosa ou agressiva. É a sua defesa para esconder a insegurança que carregam. O "não" poderia ser dito de forma firme e ao mesmo tempo educada, sem qualquer tipo de desconforto por alguém que fosse mais seguro. Existe ainda aquele tipo que parece que nunca fica com raiva. É nessas pessoas que a insatisfação provocada irá causar mais intensamente quadros de depressão e ansiedade.
Comecei a refletir sobre o seguinte. De vez em quando me pego irritado quando alguém me solicita algo que não considero razoável, ou testemunho amigos comentando coisas que indicam sentimentos parecidos. Comecei, então, a desenvolver o seguinte pensamento: Qualquer um tem o direito de pedir o quiser, quando quiser, e eu tenho que estar preparado para isso aprendendo a negar e colocar os limites de forma firme e sem me alterar. Se eu fico com raiva ou irritado, sei que faz parte da minha insegurança e não adianta culpar ou falar mal do outro, pois isso seria vitimismo.
Não saber colocar limites é uma grande prisão porque ficamos dependendo do comportamento do outro para ficar em paz. É uma insanidade ficar reclamando como se os outros tivessem o dever de mudar. O que causa o sofrimento não é o pedido absurdo que alguem nos faz. Sofremos quando nós acatamos contra a nossa vontade ou quando reagimos de forma irritada. Deixe o outro ser como quiser, e aprenda a dizer não quando achar que deve. Isso sim o deixará em paz.
Outra coisa comum é que a pessoa começa a prejudicar seus relacionamentos mais íntimos pois está sempre a disposição dos pedidos de outros mais distantes. Programas são desmarcados, mudanças de planos ocorrem de última hora... Logicamente, isso causa desentendimentos familiares.
O mais interessante é que essas pessoas querem contar com compreensão da sua família; querem apoio para manter o seu comportamento subserviente com relação a terceiros. É como se dissessem "eu quero que você compreenda que eu não consigo dizer não para outras pessoas, e já que temos mais intimidade e sei que você me ama, você entenderá melhor se eu cancelar ou alterar o nosso programa pra que eu possa atender a outra solicitação. Por favor, compreenda isso e não brigue comigo, pois eu não posso contar com essa compreensão do outro lado e você sabe que tenho medo da rejeição, de não ser aceito, de perder minha imagem de bonzinho...". Os familiares ficam magoados, sentem como se todo mundo fosse mais importante e que a relação mais próxima não está sendo valorizada, por que é exatamente isso que está ocorrendo.
Por trás dessa dificuldade, podemos citar vários sentimentos negativos relativos a auto-estima: medo da rejeição, medo de não ser aceito, necessidade em ser reconhecido e valorizado. Existe uma ilusão de que agindo dessa forma a pessoa será bem vista. Mas ocorre justamente o contrário. Quanto menos damos limites, mais as pessoas nos desvalorizam. Parafraseando Gasparetto, "o mundo lhe trata como você se trata". Quem vive nesse padrão, dificilmente percebe isso e com o passar do tempo desenvolverá o discurso de que o mundo é um lugar cruel.
Quem sabe impor limites, liberta-se de muita ansiedade, acumula menos trabalho, aperfeiçoa as relações em todos os níveis, relaciona-se melhor e é mais respeitado.
Assim como qualquer outro padrão emocional negativo, podemos tratar esse tema com a *EFT (técnica para auto-limpeza emocional, veja como receber um manual gratuito no final do artigo). O caminho mais profundo para tratar essa questão é fazer a limpeza emocional de eventos que contribuíram para autoestima baixa: rejeições, perdas, culpas, mágoas e etc... Vou também sugerir uma essência floral que trabalha esse padrão: Centaury. Nesse link você poderá obter a descrição desse floral e o que ele trata:
http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/florais-de-bach/centaury.php